TSE Nega Recurso e Confirma Cassação de Ortiz Junior como Deputado Estadual

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou o último recurso de Ortiz Junior (Cidadania) e manteve a decisão que cassa seu mandato de deputado estadual por infidelidade partidária. A decisão, proferida pelo ministro André Mendonça em 19 de dezembro de 2025, encerra uma disputa judicial que começou no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP). Com isso, a suplente Damaris Moura (PSDB) deve reassumir a vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).​ O processo teve origem na desfiliação de Ortiz Junior do PSDB em 2024, quando o ex-prefeito de Taubaté deixou a legenda para disputar a eleição municipal pelo Republicanos. Eleito deputado estadual em 2022 pela federação PSDB/Cidadania, Ortiz se refilou ao Cidadania em março de 2025, mas o PSDB e a suplente Damaris Moura acionaram a Justiça Eleitoral alegando quebra de fidelidade partidária. O TRE-SP julgou o caso em 1º de julho de 2025, por 4 a 3, determinando a perda do mandato, com voto de desempate do presidente Silmar Fernandes.​ A defesa de Ortiz afirmou respeitar a decisão e avalia novos recursos ao plenário do TSE.​ Ortiz Junior, advogado com longa trajetória no PSDB (filiado desde 1991), foi prefeito de Taubaté em dois mandatos (2013-2020) e começou na política nos anos 1990. Damaris Moura, médica eleita com 62 mil votos em 2022, é conhecida por bandeiras como combate à violência doméstica e defesa da liberdade religiosa; assumiu a vaga em julho e setembro de 2025. 📣 Acompanhe nossas redes sociais para ficar por dentro de todas as novidades, novidades e conteúdos exclusivos! 👍 Facebook: https://www.facebook.com/valeacao📸 Instagram: https://www.instagram.com/valeemacao/ Fique conectado e não perca nenhuma atualização do Vale em Ação. Curta, compartilhe e participe da nossa comunidade digital!

Pindamonhangaba em Alerta: Roubos Aterrorizam Bairros e Moradores Cobram Ação Urgente do Governo no Fim de Ano!

"Acúmulo de lixo em uma rua de Pindamonhangaba, evidenciando o problema do descarte irregular que afeta a saúde pública e o meio ambiente. A imagem ressalta a importância de ações comunitárias e do uso dos Postos de Entrega Voluntária (PEVs) para promover uma cidade mais limpa e sustentável."

Roubos em Pindamonhangaba e a percepção de insegurança nos bairros têm gerado preocupação entre moradores, apesar de estatísticas oficiais indicarem quedas em alguns índices criminais em 2025. A falta de segurança é sentida especialmente em áreas periféricas, onde furtos e assaltos afetam o dia a dia da população local.​ Pindamonhangaba registrou queda de 8% em roubos e 3% em furtos nos sete primeiros meses de 2025, comparado a 2024, segundo a Secretaria de Segurança Pública de SP. Homicídios caíram 16%, de 19 para 16 casos no mesmo período, graças à integração entre PM, Polícia Civil e GCM, além de 1.500 câmeras no Centro de Segurança Integrada. No entanto, o Vale do Paraíba segue violento, com Pinda entre as cidades de maior número de mortes violentas.​ Falta de Segurança nos Bairros Moradores relatam insegurança em bairros como Vila Rica, crispim e centros comerciais, com roubos a pedestres e veículos aumentando a sensação de vulnerabilidade. A região metropolitana do Vale é uma das mais violentas do estado, com 143 mortes violentas no 1º semestre de 2025, queda de 20% mas ainda alta. Fatores como falta de patrulhamento agravam o problema em fins de semana e feriados.​ Expectativas do Poder Público Municipal A Prefeitura de Pindamonhangaba, via Secretaria de Segurança liderada pelo Cel. Paulo Henrique Carvalho, promete intensificar ações preventivas com tecnologia e integração policial no final de ano. Operações especiais de Natal e Ano Novo, com blitze e monitoramento reforçado, são esperadas para reduzir roubos em áreas festivas. Moradores cobram mais guardas municipais e investimentos em ilsegurança.​ Ações do Governo Estadual O Governo de SP, pela SSP, divulga dados mensais e planeja reforço policial no Vale do Paraíba durante as festas, com foco em policiamento ostensivo e Delegacia Eletrônica. Programas como o Centro de Inteligência em Segurança Pública podem ampliar câmeras e rondas em Pinda, mas desafios regionais persistem. Expectativa é de continuidade das quedas, com alertas para denúncias via 190 ou Disque-Denúncia.

Moraes nega recurso de Bolsonaro contra condenação por trama golpista

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta sexta-feira (19) recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro contra a condenação a 27 anos e três meses de prisão na ação penal da trama golpista. No mês passado, os advogados entraram com os chamados embargos infringentes para tentar derrubar a decisão do ministro que negou outro recurso da defesa, os embargos de declaração, e determinou a execução da condenação de Bolsonaro e mais seis réus do Núcleo 1 da trama golpista. Na decisão, Moraes considerou o recurso protelatório e reafirmou que ex-presidente não tem direito aos embargos infringentes. “Desde a definição pelo plenário do STF, esse entendimento – exigência de dois votos absolutórios próprios para o cabimento dos embargos infringentes das decisões das turmas – vem sendo aplicado em todas as ações penais, inclusive nas relacionadas aos crimes de atentado às instituições democráticas e à tentativa de golpe de Estado, que culminaram nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023”, decidiu o ministro. Para conseguir que o caso fosse julgado novamente, Bolsonaro precisava obter pelo menos dois votos pela absolvição, ou seja, placar mínimo de 3 votos a 2 no julgamento realizado no dia 11 de setembro e que condenou os acusados.  No entanto, o placar pela condenação foi de 4 votos a 1. Bolsonaro está preso na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, onde cumpre pena definitiva pela condenação. EBC-André Richter – Repórter da Agência Brasil/Edição:Juliana Andrade

Ministro Alexandre de Moraes anuncia que Brasil ignorará avaliação dos EUA: “Defesa soberana é prioridade”

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes declarou recentemente que o Brasil não irá se submeter às avaliações econômicas impostas pelo governo dos Estados Unidos, reafirmando o compromisso do país com sua soberania e autonomia nas decisões políticas e econômicas. Em sua fala, o ministro apontou que o Brasil defenderá seus interesses nacionais acima de pressão externa, especialmente diante de medidas que possam melhorar a população e o desenvolvimento do país. Alexandre de Moraes, reconhecido por sua atuação firme na Justiça Eleitoral e por seu profundo conhecimento jurídico, destacou que o Brasil é um país soberano e que suas decisões devem ser tomadas em benefício do povo brasileiro, independentemente das ameaças internacionais. Moraes afirmou que os poderes da República, incluindo o Judiciário, estão unidos para garantir a independência do Brasil e a defesa do Estado Democrático de Direito diante de possíveis interferências estrangeiras. O ministro ainda ressaltou que o Brasil mantém canais de diálogo e cooperação com diversos países, mas não aceitará imposições que negligenciem seus direitos ou que tentem comprometer sua autonomia econômica e política. Essa posição reforça a linha de defesa da soberania nacional em meio a um cenário global de reacomodações políticas e econômicas, em que avaliações e retaliações comerciais têm sido usadas como instrumentos de pressão. Reconhecido como um nome de peso no cenário jurídico brasileiro, Alexandre de Moraes é ministro do STF desde 2017 e já presidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde foi fundamental para a condução segura das eleições de 2022. Seu compromisso com o Estado de Direito e a defesa da democracia tem sido constantemente destacado por autoridades e especialistas. A decisão de ignorar as sanções impostas pelos EUA consolida uma postura mais firme do Brasil no cenário internacional, buscando preservar sua economia e as necessidades sociais internas sem se tornar uma pressão externa.

Bolsonaro 2026: A Resistência Conservadora que Pode Mudar o Brasil

Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, segue como a principal liderança conservadora do país e mantém uma base fiel de apoiadores. Mesmo após decisões judiciais que o tornaram inelegível até 2030, Bolsonaro não esconde sua intenção de disputar a Presidência em 2026, defendendo valores como a liberdade, o patriotismo e a defesa da família tradicional. Sua atuação firme contra o avanço da esquerda e sua postura crítica em relação ao ativismo judicial continuam mobilizando milhões de brasileiros. Desafios Jurídicos e Mobilização A inelegibilidade de Bolsonaro, definida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é vista por muitos como uma manobra política para afastar o maior nome da direita das eleições. Parlamentares aliados já articulam mudanças na legislação para reduzir o tempo de inelegibilidade, buscando garantir a participação de Bolsonaro no pleito de 2026. O próprio ex-presidente, confiante, afirma que lutará até o último instante para garantir seu direito de concorrer, representando a esperança de milhões que rejeitam o atual governo de esquerda. Estratégia e União da Direita Pesquisas e Apoio Popular Pesquisas recentes mostram que Bolsonaro mantém índices elevados de intenção de voto, empatando tecnicamente com Lula em cenários simulados. Sua popularidade é especialmente forte entre os jovens, empresários, produtores rurais e cristãos, segmentos que valorizam sua defesa da ordem, da economia liberal e do combate à corrupção. Caminhos para 2026 Bolsonaro segue como símbolo de resistência conservadora e esperança para milhões de brasileiros que desejam um país livre do intervencionismo estatal e do autoritarismo judicial. Sua possível volta ao Planalto em 2026 representa, para a direita, a oportunidade de retomar o crescimento econômico, fortalecer valores tradicionais e restaurar a confiança nas instituições.

195 mil urnas eletrônicas serão descartadas pelo TSE

TSE Destina 195 Mil Urnas Eletrônicas para Descarte Ambientalmente Correto Em um esforço contínuo para promover práticas sustentáveis e garantir a segurança do processo eleitoral, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou recentemente a destinação de 195 mil urnas eletrônicas do modelo UE 2009 para descarte ambientalmente correto. Essa medida não apenas reafirma a preocupação da Justiça Eleitoral com a preservação do meio ambiente, mas também reflete a necessidade de atualizar e renovar o parque de equipamentos eletrônicos utilizados nas eleições. As urnas eletrônicas são utilizadas, em média, por dez anos, ou cerca de seis eleições. Após esse período, elas são descartadas e recicladas de forma ecologicamente responsável. O modelo UE 2009, que agora está sendo descartado, foi amplamente utilizado em eleições anteriores, mas com o avanço tecnológico e a necessidade de atualização dos sistemas, tornou-se necessário substituí-los por modelos mais modernos e seguros. Desaprovação Recorde de Lula: Um Mandato que tropeça nos próprios erros A preocupação ambiental é um dos pilares dessa operação. O TSE busca garantir que todos os componentes das urnas, incluindo baterias e outros materiais, sejam descartados de maneira que não causem danos ao meio ambiente. Isso inclui a reciclagem de materiais como metal, plástico e outros componentes eletrônicos, que podem ser reutilizados na produção de novos produtos. O recolhimento das urnas ocorreu em todo o território nacional, abrangendo todos os equipamentos do modelo UE 2009 armazenados pelos tribunais regionais eleitorais (TREs) e pelo TSE. O processo começou na Região Norte e terminou na Região Sudeste, garantindo que todos os materiais fossem coletados de forma organizada e segura. Operação Neemias 2:17: Canil da GCM de Pinda auxilia Polícia Civil no combate ao tráfico de drogas Os materiais foram transportados em caminhões lacrados para a empresa NGB Recuperação e Comércio de Metais, localizada em Guarulhos, São Paulo. Essa empresa é responsável pelo armazenamento, desmontagem, descaracterização e destinação ambientalmente correta das urnas e dos materiais correlatos. A estocagem em um único local proporciona segurança ininterrupta, com monitoramento 24 horas por dia, sete dias por semana. A descaracterização dos equipamentos já alcançou 52% do total. Esse processo envolve a separação dos materiais por tipo, como metal, plástico e placas eletrônicas, que podem conter metais nobres. Após a separação, os materiais são descaracterizados, moídos ou quebrados em partes pequenas e, finalmente, enviados para reciclagem. A empresa responsável pelo descarte deve comprovar que os materiais foram efetivamente utilizados para reciclagem, garantindo que o processo seja transparente e ambientalmente responsável. Todo o processo é auditado no local por servidores do TSE, desde o recebimento dos materiais até a descaracterização e o atendimento de outras exigências pela empresa responsável. A iniciativa do TSE reflete uma mudança significativa na forma como a Justiça Eleitoral aborda o descarte de equipamentos eletrônicos. Ao optar por um descarte ambientalmente correto, o TSE evita que materiais perigosos, como baterias e componentes eletrônicos, sejam despejados em aterros sanitários ou lixões, onde podem causar danos ao meio ambiente. PEC propõe redução da carga horária semanal para 36 Horas Além disso, a reciclagem desses materiais ajuda a conservar recursos naturais, reduzir a necessidade de extração de matérias-primas e minimizar a geração de resíduos. Isso alinha-se com as políticas globais de sustentabilidade e gestão de resíduos eletrônicos, que buscam minimizar o impacto ambiental dos produtos ao final de sua vida útil. A segurança do processo eleitoral também é uma preocupação fundamental. Ao descartar equipamentos que já não estão em uso, o TSE garante que informações sensíveis não sejam comprometidas. A descaracterização dos equipamentos elimina qualquer possibilidade de acesso a dados armazenados nas urnas, reforçando a integridade do processo eleitoral. Além disso, a transparência no descarte é garantida pela auditoria contínua realizada por servidores do TSE. Isso assegura que todos os passos do processo sejam monitorados e que os materiais sejam devidamente reciclados, evitando qualquer tipo de irregularidade. A decisão do TSE de descartar 195 mil urnas eletrônicas do modelo UE 2009 em um processo ambientalmente correto é um exemplo de como a Justiça Eleitoral está comprometida com práticas sustentáveis e seguras. Além de promover a preservação do meio ambiente, essa medida reforça a confiança no sistema eleitoral, garantindo que os equipamentos utilizados sejam atualizados e seguros. Com o avanço tecnológico contínuo, é provável que outras operações de descarte sejam realizadas no futuro, sempre com o objetivo de manter o equilíbrio entre a modernização dos sistemas eleitorais e a responsabilidade ambiental. A iniciativa do TSE serve como um modelo para outras instituições que buscam adotar práticas mais sustentáveis em suas operações.

Justiça Eleitoral lança Semana do Jovem Eleitor 2024

Nesta segunda-feira (18), a Justiça Eleitoral deu início à Semana do Jovem Eleitor 2024, uma iniciativa voltada para incentivar o alistamento eleitoral de jovens entre 15 e 17 anos. Embora não sejam obrigados, esses jovens já têm o direito de votar nas eleições municipais de outubro.