Votação da CPI do INSS: como cada parlamentar se posicionou na rejeição do relatório

A votação da CPI do INSS revelou como cada parlamentar se posicionou na rejeição do relatório final da comissão, evidenciando a divisão política no Congresso Nacional.

A votação da CPI do INSS revelou como cada parlamentar se posicionou na rejeição do relatório final da comissão, evidenciando a divisão política no Congresso Nacional.

Votação da CPI do INSS

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito foi criada para investigar suspeitas de fraudes em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social. No entanto, o parecer apresentado pelo deputado Alfredo Gaspar acabou rejeitado pela maioria dos integrantes.

Votação da CPI do INSS

A decisão encerrou os trabalhos da CPI sem um relatório aprovado, o que limita o encaminhamento formal das conclusões aos órgãos de investigação.

Como cada parlamentar votou na CPI do INSS

A análise de como cada parlamentar votou na CPI do INSS mostra um cenário de forte polarização entre base governista e oposição.

Votaram a favor do relatório:

  • Magno Malta (PL-ES)
  • Marcio Bittar (União-AC)
  • Izalci Lucas (PSDB-DF)
  • Eduardo Girão (Novo-CE)
  • Rogério Marinho (PL-RN)
  • Damares Alves (Republicanos-DF)
  • Coronel Fernanda (PL-MT)
  • Coronel Chrisóstomo (PL-RO)
  • Marcel van Hattem (Novo-RS)
  • Adriana Ventura (Novo-SP)
  • Alfredo Gaspar (União-AL)

Votaram contra o relatório:

  • Soraya Thronicke (Podemos-MS)
  • Randolfe Rodrigues (sem partido-AP)
  • Jaques Wagner (PT-BA)
  • Humberto Costa (PT-PE)
  • Paulo Pimenta (PT-RS)
  • Lindbergh Farias (PT-RJ)
  • Orlando Silva (PCdoB-SP)
  • além de outros parlamentares da base governista

A maioria contrária foi formada principalmente por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Relatório previa mais de 200 indiciamentos

O relatório da CPI do INSS previa o indiciamento de mais de 200 pessoas. Entre os citados estava Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.

Votação da CPI do INSS

As investigações apontaram um esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões, afetando milhares de beneficiários em todo o país.

O prejuízo estimado pode chegar a bilhões de reais, segundo dados apresentados durante a comissão.

Base governista foi decisiva

A rejeição do relatório ocorreu após forte articulação política. Parlamentares da base governista argumentaram que o documento apresentava falhas e possível viés político.

Já a oposição defendeu a aprovação como forma de responsabilizar os envolvidos no esquema investigado.

CPI do INSS termina sem conclusão oficial

Sem a aprovação do relatório, a CPI foi encerrada sem envio formal de conclusões ao Ministério Público.

O resultado evidencia o impacto da polarização política no funcionamento das comissões parlamentares.

A votação da CPI do INSS mostra como cada parlamentar votou em um dos episódios mais relevantes do Congresso recente.

A divisão entre governo e oposição deve continuar influenciando o cenário político, especialmente com a aproximação das eleições de 2026.

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