Tenente-Coronel da PMSP é aposentado com salário integral

Tenente-Coronel da PMSP é aposentado

Tenente-Coronel da PMSP é aposentado, vai para reserva com salário de R$ 29 mil após acusação de feminicídio da esposa PM Gisele Alves Santana.

A Polícia Militar de São Paulo transferiu para a reserva o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de feminicídio contra a esposa, a PM Gisele Alves Santana.

Mesmo preso, ele recebe salário integral de quase R$ 29 mil, conforme portaria oficial e portal da Transparência.

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, da Polícia Militar de São Paulo (PMSP), foi mandado para a reserva com salário integral, mesmo preso sob acusação de feminicídio pela morte da esposa, a PM Gisele Alves Santana. A portaria, assinada pela Diretoria de Pessoal da PM, garante aposentadoria proporcional por idade com vencimentos totais – R$ 29 mil brutos em fevereiro de 2026, segundo a Transparência do Governo de SP.

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Tenente-Coronel da PMSP é aposentado

Pela lei estadual, Geraldo Neto tem direito à reserva com proventos integrais proporcionais à idade e tempo de serviço. A decisão administrativa ocorre independentemente do processo judicial em curso na Justiça Militar. Essa prática é comum na corporação, mas gera debates sobre accountability em casos graves como feminicídio.

Gisele morreu com um tiro na cabeça no apartamento do casal, no Brás, centro de São Paulo. O tenente-coronel é acusado de forjar a cena do crime, levantando suspeitas de homicídio qualificado.

Prisão de Geraldo Leite Rosa Neto por Feminicídio

A prisão preventiva foi decretada em 18 de março de 2026 pela Justiça Militar, por feminicídio e fraude processual. O caso chocou a corporação e repercutiu em São Paulo, destacando violência doméstica entre policiais.

Investigações apontam manipulação de provas para simular suicídio. O casal vivia no Brás, bairro central com alta densidade policial.

Mesmo na prisão, Geraldo recebe salário integral de quase R$ 29 mil brutos, valor registrado na Transparência em fevereiro, antes da detenção. Isso reflete regras previdenciárias da PMSP, que preservam direitos até condenação final.

Atualização: Caso segue em investigação. Acompanhe Vale em Ação para mais notícias sobre polícia e segurança pública em São Paulo.

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