147 gestantes imunizadas contra VRS na primeira semana de vacinação – Prefeitura Municipal de Ubatuba

Desde o início da vacinação contra o Vírus Sincicial Respiratório (VRS) para gestantes em Ubatuba, completando uma semana nesta terça-feira, 147 gestantes já foram imunizadas. A Secretaria de Saúde intensificou a aplicação das doses no período de 9 a 18, com o objetivo de garantir a proteção do maior número possível de mulheres antes do aumento do movimento na cidade, típico desta época do ano. A vacina contra o VRS é indicada para gestantes a partir de 28 semanas porque contribui diretamente para a proteção dos bebês nos primeiros meses de vida, período em que o sistema imunológico ainda está em desenvolvimento. Ao ser vacinada, a gestante produz anticorpos que são transferidos ao feto durante a gestação, reduzindo o risco de formas graves de infecção respiratória após o nascimento. O Vírus Sincicial Respiratório é uma das principais causas de bronquiolite e de internações em bebês pequenos, e a vacinação materna é uma estratégia segura e eficaz para proteger o recém-nascido desde os primeiros dias de vida. Entre os principais benefícios da vacinação estão a redução de internações hospitalares, a diminuição de complicações respiratórias graves em recém-nascidos e maior segurança para mães e bebês durante o período de maior circulação de pessoas na cidade. “A adesão das gestantes tem sido muito positiva. Nosso esforço é garantir que todas tenham acesso à vacina no tempo adequado, protegendo não só a mãe, mas principalmente o bebê”, reforçou a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Alyne Ambrogi. A vacina contra o VRS para gestantes está disponível nesta semana, até dia 19, nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Ubatuba para gestantes a partir da 28 semana de gestação, independentemente da idade da mãe. Para se vacinar, é importante que a gestante procure a UBS de referência, levando documento com foto, cartão do SUS e carteira de pré-natal ou documento que comprove a gestação. A partir de janeiro, as equipes passarão a convocar as gestantes cadastradas que estiverem completando 28 semanas para a vacinação conforme disponibilidade de vacinas em cada local. A Secretaria de Saúde orienta que as gestantes que ainda não se imunizaram procurem a unidade de saúde o quanto antes para garantir a proteção e contribuir para a redução de casos graves de doenças respiratórias no município. Prefeitura de Ubatuba

VACINAÇÃO CONTRA A RAIVA EM BAIRROS

A Prefeitura, por meio da Secretaria de Saúde, informa que dará sequência à rotina de vacinação antirrábica em bairros da cidade a partir da segunda quinzena deste mês. A ação começa pelo bairro Itaguaçu, no dia 18 de dezembro (quinta-feira), a partir das 9h, na quadra da EMEF Dr. Edgar de Souza. Nesta etapa inicial, serão disponibilizadas 300 doses, encaminhadas pelo Governo do Estado. Como a quantidade é limitada, a orientação é que os tutores cheguem cedo e levem seus animais com guia ou caixa de transporte, garantindo segurança durante o procedimento. A Prefeitura reforça que esta é apenas a primeira fase de uma série de campanhas que serão realizadas em outros bairros, ampliando a proteção dos animais e da comunidade contra a raiva, doença grave e letal, mas totalmente evitável com a vacinação. A Secretaria de Saúde agradece a importante parceria com a ARPAA (Associação Recreativa e Protetora dos Animais de Aparecida), que cederá veterinários para a ação, fortalecendo o cuidado com os pets e o compromisso coletivo com a saúde pública. Prefeitura de Aparecida

Perequê Mirim receberá vacinação antirrábica descentralizada dia 17 – Prefeitura Municipal de Ubatuba

A próxima etapa da vacinação antirrábica descentralizada ocorrerá no Perequê Mirim, na próxima quarta-feira, dia 17, na Arena Perequê Mirim, localizada na Rua Pedro Cabral Barbosa, em frente à EM Maria da Cruz Barreto. O atendimento será das 9h30 às 14h. É obrigatório que o tutor do cão ou do gato realize agendamento prévio pelo telefone (12) 3834-2323, que pode ser efetuado de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h. A equipe orienta que cães e gatos com mais de três meses devem receber a vacina uma vez por ano, independentemente dos hábitos e sexo. A única recomendação sobre a idade dos bichos é que segue feita a partir dos 3 meses de idade. Os tutores devem levar os animais com coleira ou guia, e os gatos precisam ser transportados de forma segura, em caixas apropriadas. “A raiva não tem cura, mas a prevenção é simples, rápida e gratuita. Manter a vacinação em dia é essencial para a saúde dos nossos pets, além do controle de zoonoses no município”, explicou a veterinária da UVZ, Joana Pedro. Na última quarta-feira, dia 10, a equipe da Vigilância em Zoonoses realizou uma ação de vacinação no bairro Figueira e imunizou 50 animais, sendo 40 cães e 10 gatos. A participação da comunidade é essencial para garantir a proteção dos animais e fortalecer as ações de prevenção contra a raiva no município. Prefeitura de Ubatuba

Saúde realiza Dia D de vacinação com foco nas gestantes no dia 12 – Prefeitura Municipal de Ubatuba

A Secretaria de Saúde promove nesta sexta-feira, dia 12, o Dia D de vacinação para gestantes, com atendimento ampliado até as 21h nas unidades de saúde do Ipiranguinha, Marafunda, Cícero Gomes, Perequê-Açu, Estufa II, Perequê-Mirim e Sertão da Quina. As demais unidades de saúde estarão abertas em horário normal de funcionamento. As UBSs Jardim Carolina, Estufa I e Saco da Ribeira não estarão realizando vacinação neste dia A mobilização busca facilitar o acesso e aumentar a cobertura vacinal de um dos grupos mais importantes para a proteção materno-infantil. Durante o Dia D, todas as vacinas recomendadas para gestantes estarão disponíveis, incluindo dTpa, hepatite B, influenza, COVID-19 e demais imunizantes indicados conforme avaliação das equipes de saúde. Entre elas, estará também a vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), que chegou ao município nesta semana. A proteção contra o VSR é especialmente relevante por reduzir riscos de complicações respiratórias graves no período perinatal e no início da vida do bebê. Esta vacina é indicada para gestantes a partir da 28 semana de gestação, independente da idade. A coordenação da Vigilância Epidemiológica (VIEP) reforça a importância do comparecimento. “Este Dia D é uma oportunidade para que todas as gestantes atualizem sua caderneta de vacinação. Quanto mais completa estiver a proteção durante a gestação, maior a segurança para a mãe e para o bebê. A chegada da vacina contra o VSR reforça nosso compromisso em ampliar o acesso e garantir cuidado integral”, afirmou a coordenadora da VIEP, Alyne Ambrogi. As gestantes devem levar documento com foto e o cartão de vacinação, além de documento comprobatório da gestação com idade gestacional, que pode ser o cartão da gestante, ou ultrassom ou declaração médica com idade gestacional.   Prefeitura de Ubatuba

Ubatuba inicia estratégia de vacinação VSR para gestantes – Prefeitura Municipal de Ubatuba

A Secretaria de Saúde inicia, nesta terça-feira (09), a aplicação da vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) para gestantes a partir de 28 semanas. O imunizante estará disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município. A vacina protege contra as formas graves do VSR, vírus responsável por grande parte dos casos de bronquiolite e pneumonia em bebês, principalmente nos primeiros meses de vida. Ao ser vacinada durante a gestação, a mãe transfere anticorpos ao bebê, garantindo proteção logo após o nascimento, período em que o risco de complicações é mais elevado. Para ampliar o alcance da imunização, a Secretaria promoverá, entre os dias 9 e 17 de dezembro, uma intensificação da campanha. A ação reforça a importância da vacinação para a proteção coletiva do município, especialmente em um momento de maior circulação de vírus respiratórios. “Esse é um momento fundamental para garantirmos a proteção dos nossos bebês. A vacina contra o VSR é uma ferramenta segura, eficaz e decisiva para reduzir casos graves e internações”, explicou a coordenadora da Vigilância Epidemiologia, Alyne Ambrogi. Para receber a dose, é necessário apresentar documento com foto e cartão da gestante ou outro documento comprobatório da gestação. Todas as gestantes com 28 semanas ou mais podem ser vacinadas, independentemente da idade. Dia DComo estratégia adicional, o dia 12 de dezembro será o Dia D da vacina contra o VSR, com horário estendido até as 21h nas unidades do Ipiranguinha, Marafunda, Cícero Gomes, Perequê-Açu, Estufa II, Perequê-Mirim e Sertão da Quina. As demais unidades de saúde estarão abertas em horário normal de funcionamento, com todas as vacinas para gestantes disponíveis. Prefeitura de Ubatuba

Vacinação Antirrábica Descentralizada chega ao bairro da Figueira dia 10 – Prefeitura Municipal de Ubatuba

A Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ) informa que a ação de vacinação antirrábica descentralizada prossegue no bairro Figueira, na próxima quarta-feira, dia 10, das 10h às 12h, com ponto de atendimento na Rua Pedro Lucindo da Silva, próximo à ponte. A iniciativa busca facilitar o acesso da população ao serviço e ampliar a cobertura de imunização no município. A vacina é oferecida gratuitamente e pode ser aplicada em cães e gatos a partir dos três meses de idade, desde que estejam saudáveis no momento da aplicação. A UVZ reforça que a imunização é essencial para a prevenção da raiva, doença considerada de alta letalidade. “Manter a vacinação em dia é a maneira mais eficaz de proteção. É uma medida simples, mas fundamental para a saúde pública”, afirmou a veterinária coordenadora da UVZ, Joana Pedro. Balanço da ação anteriorNa última quarta-feira, 3, a atividade foi realizada no bairro Folha Seca, totalizando 61 animais atendidos, entre 43 cães e 18 gatos. Cães e gatos contraem a doença principalmente ao se envolverem em brigas com outros animais ou ao caçarem morcegos e animais silvestres.Para manter esse cenário, é indispensável que cães e gatos sejam vacinados, mesmo os que vivem em casas ou apartamentos Prefeitura de Ubatuba

Vacinação antirrábica chega à região da Folha Seca – Prefeitura Municipal de Ubatuba

A ampliação da vacinação antirrábica através da descentralização continua avançando pelos bairros da cidade. A próxima etapa acontece na quarta-feira, dia 26, no bairro Folha Seca, na Praça Onofre Caetano, das 10h às 13h. É obrigatório o agendamento, que deve ser feito pelo telefone (12) 3834-2323, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h. “Levar a vacina diretamente aos bairros garante que mais animais sejam protegidos e que a comunidade esteja segura contra a raiva”, destaca a veterinária responsável pela UVZ, Dra. Joana Pedro. A estratégia de levar a imunização diretamente aos bairros todas as quartas-feiras tem como principal objetivo ampliar a cobertura vacinal e facilitar o acesso dos tutores ao serviço. Na última ação realizada no Sumidouro, ao lado da quadra poliesportiva, foram imunizados 66 animais, sendo 49 cães e 17 gatos, reforçando o compromisso da Vigilância em Zoonoses em ampliar a cobertura vacinal e facilitar o acesso dos tutores ao serviço. A Prefeitura reforça que a vacinação é gratuita, destinada a cães e gatos a partir dos três meses de idade, e que tutores devem comparecer com seus animais contidos e, quando necessário, com coleira e guia e realizar o agendamento prévio pelo número acima. Prefeitura de Ubatuba

UVZ dá continuidade a ações descentralizadas de vacinação antirrábica – Prefeitura Municipal de Ubatuba

A Unidade de Vigilância de Zoonozes de Ubatuba (UVZ) continua com o calendário de ações descentralizadas de vacinação antirrábica para cães e gatos. As atividades são realizadas em diferentes bairros com o objetivo de facilitar o acesso da população ao serviço e garantir a imunização dos animais contra a raiva, doença de alta letalidade. Na última terça-feira,11, no posto fixo da região central foram vacinados 15 cães e três gatos, totalizando 18 animais. Já na quinta, 12, a ação ocorreu no bairro Usina Velha, onde 28 cães e seis gatos receberam a dose, somando 34 animais imunizados. A próxima ação descentralizada do cronograma acontecerá no Jardim Carolina, na próxima quarta-feira, 19, 10h às 13h. O ponto de atendimento será instalado na rua Avenca, ao lado do nº 191, em uma travessa entre a rua Avenca e a rua Samambaia. Para o posto fixo do centro ou para as ações dos bairros, o agendamento prévio é obrigatório e deve ser feito pelo telefone (12) 3834-2323, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h. “Ao vacinar cães e gatos todos os anos, de forma acessível, é possível impedir que o vírus chegue aos humanos e manter a doença controlada. Essa é a maneira mais eficaz de proteger a saúde de todos”, finalizou a médica veterinária responsável pela UVZ, Joana Pedro.     Prefeitura de Ubatuba

Usina Velha recebe vacinação antirrábica na quarta, 12 – Prefeitura Municipal de Ubatuba

A Unidade de Vigilância de Zoonoses de Ubatuba (UVZ) continua com as ações de vacinação antirrábica pelo município. Na terça-feira, 11, a ação acontece no posto fixo da região central, ao lado da pista de skate; já na quarta, 12, o bairro que receberá a vacinação de rotina descentralizada é o Usina Velha. Para ambas as ações, é obrigatório que o tutor do cão ou do gato realize agendamento prévio pelo telefone (12) 3834-2323, que pode ser efetuado de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h. Na última semana, 21 animais foram imunizados no centro, sendo 13 cães e oito felinos. No bairro Prumirim, que sediou a iniciativa, foram 14 animais: 12 cães e dois gatos. “A ação no bairro Usina Velha na próxima quarta-feira, 12, será na Praça Princesa Isabel, das 10h às 13h. Reforçamos aos tutores que não deixem de imunizar seus animais, pois a vacinação contra a raiva é a principal forma de prevenção da doença”, destacou a veterinária responsável pela UVZ, Joana Pedro. Prefeitura de Ubatuba

Vacinação despenca na Maré em dias de operação policial, aponta Unicef

Vacinação despenca na Maré em dias de operação policial, aponta Unicef

Nos dias de operações policiais, cai drasticamente o número de vacinas aplicadas em crianças de até 6 anos no Conjunto de Favelas da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro, mesmo quando as unidades de saúde continuam abertas. A conclusão é de uma pesquisa realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e pela organização Redes da Maré, para investigar o impacto dos tiroteios no acesso à imunização em regiões periféricas. Ao longo de 2024, as forças de segurança realizaram operações em alguma comunidade do complexo em 43 dias. Os confrontos armados obrigaram o fechamento de ao menos uma unidade de saúde em 22 desses dias. Como consequência, apenas nove crianças foram vacinadas, em média, em dias de operação policial ─ uma redução de 90% em comparação com as 89 imunizadas nos dias normais. A queda brusca também aparece no número de doses aplicadas: a média diária de 187 cai para 20. O levantamento também analisou os dados do primeiro semestre deste ano, que corroboram a observação sobre o impacto das operações. A média de doses aplicadas nos dias normais, em 2025, foi de 176,7, com 76 crianças atendidas. Já nos dias em que as forças de segurança estavam em atuação, foram aplicadas apenas 21,1 doses, em média, com 11 crianças imunizadas por dia. Mesmo quando as unidades não fecharam, apesar das operações em curso, a vacinação caiu 82%, tanto no número de doses quanto no de crianças vacinadas. De acordo com o estudo, isso “sugere um efeito indireto ou difuso das operações”, causado pela “atmosfera de medo e tensão, que restringe a circulação de moradores e profissionais e o acesso às unidades de saúde para vacinar suas crianças”. 125 mil habitantes A Maré é um dos maiores conjuntos de favelas do Brasil, com 15 favelas e quase 125 mil habitantes. Destes, mais da metade tem menos de 30 anos, e 12,4% são crianças de 0 a 6 anos. Atualmente, o complexo é atendido por seis unidades básicas de saúde, que oferecem as vacinas previstas no calendário básico do Sistema Único de Saúde, entre outros serviços. A chefe do escritório do Unicef no Rio de Janeiro, Flávia Antunes, alerta que a política de segurança pública segue um modelo não protetivo da infância e tem funcionado como um determinante social da saúde. “Está impedindo que as crianças acessem o seu direito de receber vacinas absolutamente centrais nesse período, como pólio, sarampo, coqueluche…”, adverte. Flávia Antunes também lembra que o atraso ou a ausência da vacinação nas crianças pequenas põem em risco toda a comunidade: “A imunidade de rebanho é essencial para um território densamente povoado como o da Maré, que enfrenta outros desafios, como o saneamento, por exemplo. Essa imunidade acaba protegendo indiretamente quem não pode ser vacinado, como, por exemplo, os recém-nascidos. Então, quando você compromete a imunidade coletiva, você tem a maior circulação de agentes infecciosos e amplia o risco de surto ou epidemia”   Problemas de saneamento básico aumentam exposição a doenças infecciosas. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil De acordo com a coordenadora do eixo Direito à Saúde da ONG Redes da Maré, Carolina Dias, essa situação reforça a desigualdade que atinge os moradores da Maré e de outras regiões periféricas que vivem em meio a confrontos armados, diferentemente dos habitantes de outras localidades, com consequências para a sua qualidade de vida e saúde. “Quando se decide que a política de segurança se sobrepõe à política de saúde, ao acesso ao direito de saúde, a gente tem um problema. É sobre isso que a gente quer falar. Como que se constroem políticas públicas de modo que uma coisa não seja mais importante que a outra, e que esses moradores não tenham seus direitos negados”, complementa. Consequências A perda de oportunidade de vacinação é uma das grandes preocupações dos especialistas. A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, Isabela Ballalai, destaca que a falta de acesso aos postos de vacinação é um dos principais fatores que impactam a imunização no Brasil, associada ao dia a dia corrido das famílias, que nem sempre podem dispor de vários dias para levar as crianças às salas de vacina. “Oportunidade de vacinação é algo que a gente aprendeu que não pode perder. Uma oportunidade perdida pode significar que essa criança não vai voltar ou só vai voltar muito tempo depois. As vacinas, todas elas, são contra doenças graves. Mesmo a catapora, que todo mundo acha que é só uma doença de criança, é uma doença que pode matar e hospitalizar. A vacinação fez com que essas doenças que tanto mataram deixassem de acontecer. Só que, se parar de vacinar, os vírus e as bactérias podem voltar, como é o caso do sarampo”, acrescenta.   Impacto das operações nos serviços públicos é queixa recorrente dos moradores do Complexo da Maré. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil Recomendação O Unicef e a Redes da Maré fazem recomendações para minimizar os danos verificados no estudo. Além de pedir a redução da violência armada, as duas organizações demandam que as unidades de saúde sejam protegidas e que o impacto nesses serviços seja considerado no planejamento das operações. Quanto às crianças que deixaram de ser vacinadas, recomendam “a vacinação em espaços intersetoriais, utilizando modelos combinados como escolas, centros de referência de assistência social (Cras), centros de referência especializados de assistência social (Creas) e visitas domiciliares.” “O ideal seria que a gente não precisasse dessas ações, mas, havendo essa situação, a gente precisa fazer busca ativa das crianças que estão com a vacinação em atraso. A gente já identificou também, no processo de pesquisa, a [importância da] atuação, por exemplo, dos agentes comunitários de saúde, nesse processo de busca ativa. Então, temos que fortalecer esses profissionais também para que eles possam seguir garantindo o acesso à vacinação e à saúde como um todo”, complementa a coordenadora do eixo Direito à Saúde da Redes da Maré. A chefe do escritório do UNICEF no Rio de Janeiro cobra que a presença do Estado nessas localidades precisa ser qualificada. “Ela precisa de planejamento, de protocolo e de estar articulada com a saúde e com a assistência social. Muitas pessoas acham que ou a polícia atua de forma violenta interrompendo ou serviços de