Parlamento Europeu Pressiona UE por Sanções Contra Alexandre de Moraes, Após Medidas Já Aplicadas pelos EUA

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, protagonista de intensos debates políticos no Brasil, enfrenta crescente pressão internacional para restrições adicionais. Embora até o momento não esteja formalmente sancionado ou bloqueado pela União Europeia, um grupo significativo de deputados de direita no Parlamento Europeu já solicitou ao bloco que siga o exemplo dos Estados Unidos e imponha sanções contra o ministro. Os parlamentares europeus, liderados pelo polonês Dominik Tarczynski, enviaram uma carta à Alta Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros, Kaja Kallas, solicitando que medidas semelhantes à Lei Magnitsky sejam aplicadas contra Moraes. As acusações envolvem supostas transparentes de direitos humanos, abuso de autoridade e uso político do sistema judiciário brasileiro para reprimir adversários políticos, em especial o ex-presidente Jair Bolsonaro. Até o momento, os Estados Unidos são o país que decretou sanções efetivas contra Alexandre de Moraes, incluindo o bloqueio de bens, a suspensão de entrada no território americano e a suspensão de vistos para ele e seus familiares. Essas medidas foram adotadas com base na Lei Magnitsky, que pune estrangeiros por graves atos de violação de direitos humanos e corrupção. No entanto, apesar da pressão crescente dos parlamentares europeus, a União Europeia ainda não formalizou nenhuma sanção contra Moraes. A situação demonstra uma tendência de politização internacional em torno de temas de justiça e política brasileira, e levanta debates sobre soberania nacional e interferência externa. O caso de Alexandre de Moraes representa um capítulo delicado das relações diplomáticas e judiciais entre o Brasil e os atores internacionais, refletindo as profundas divisões políticas internas e o impacto dessas repercussões além das fronteiras nacionais.
Atos bolsonaristas marcam o país e testam força política de Bolsonaro mesmo com restrições e tarifaço

Neste domingo, 3 de agosto de 2025, manifestações organizadas por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro começaram a ocorrer em diferentes regiões do Brasil. Os atos, que começaram nas primeiras horas do dia, permaneceram ativos em várias capitais e cidades do interior, reunindo milhares de manifestantes em pontos tradicionais como a Avenida Paulista, em São Paulo, e áreas centrais de cidades como Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Mesmo com o ex-presidente Bolsonaro sob restrições judiciais e obrigado a usar tornozeleira eletrônica, o movimento conservador mobilizou lideranças religiosas, políticos aliados e a base popular, que envia mensagens ao governo e ao Supremo Tribunal Federal (STF). Os manifestantes exibem cartazes contra o ministro Alexandre de Moraes e criticam as recentes restrições econômicas e decisões judiciais, além de fortalecerem sua insatisfação diante do chamado “tarifaço” imposto pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. Durante o ato, figuras conhecidas da direita, como pastores e parlamentares, discursaram defendendo valores conservadores, liberdade econômica e judicial, além de clamarem por uma revisão das medidas judiciais impostas a Bolsonaro. As demonstrações importadas, com disposições pontuais da Polícia Militar para garantir a segurança e a fluidez do evento. O movimento deste domingo confirma que a base bolsonarista segue mobilizada, usando a presença massiva nas ruas para testar e demonstrar força política, além de pressão por mudanças no cenário nacional. Até o momento, os protestos ocorreram normalmente e têm previsão de continuidade ao longo do dia, com estimativas de grandes concentrações nas principais cidades brasileiras.
Datafolha revela que 71% acreditam na candidatura de Lula à reeleição; Alckmin cresce como plano B

Uma pesquisa divulgada pelo instituto Datafolha no dia 2 de agosto de 2025 aponta que 71% dos eleitores brasileiros acreditam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será candidato à reeleição nas eleições de 2026. Mesmo com um governo enfrentando desgaste natural e desafios econômicos, Lula mantém sua posição de liderança nos cenários eleitorais para o próximo ano. No levantamento, que reuniu 2.004 pessoas em 130 municípios entre os dias 29 e 30 de julho, o presidente aparece com 39% das intenções de voto no primeiro turno, contra 33% do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Nos cenários de segundo turno, Lula mantém a vantagem com percentuais variando entre 45% e 49%, dependendo do adversário, mostrando vantagem sobre figuras como Bolsonaro, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e membros da família Bolsonaro. Apesar do favoritismo, uma pesquisa mostra que 54% dos entrevistados acham que Lula deveria desistir da disputa à reeleição. Nesse contexto, Geraldo Alckmin (PSB) ganha força como o principal plano B do governo, aumentando a preferência de 18% para 26% como o nome que Lula deveria apoiar, enquanto Fernando Haddad (PT) viu sua taxa cair de 37% para 29%. A ascensão de Alckmin está associada ao seu papel destacado em negociações internacionais recentes, sobretudo diante das medidas tarifárias americanas impostas ao Brasil. Essa pesquisa reflete um cenário político ainda marcado por polarização, pressões econômicas e disputas internas na oposição, mas confirma que Lula segue como o candidato preferido e principal líder nas intenções de voto para 2026.
Moraes decide não prender Bolsonaro por descumprimento de cautelar

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta quinta-feira (24) não ter dúvida de que o ex-presidente Jair Bolsonaro violou a proibição de utilizar as redes sociais, mas que o episódio foi pontual e não seria o bastante para decretar a prisão preventiva. Moraes apontou para publicação do deputado licenciado Eduardo Bolsonaro na rede social Facebook, feita momentos depois de uma ida do ex-presidente ao Congresso, onde Bolsonaro mostrou a tornozeleira eletrônica que foi obrigado a usar e deu declarações à imprensa. “Na presente hipótese, na veiculação pelas redes sociais de discurso proferido por JAIR MESSIAS BOLSONARO na Câmara do Deputado por seu filho, também investigado, momentos após o acontecimento, constata-se a tentativa de burlar a medida cautelar”, escreveu Moraes. O ministro reiterou que “não há dúvidas de que houve descumprimento da medida cautelar imposta, uma vez que, as redes sociais do investigado EDUARDO NANTES BOLSONARO foram utilizadas à favor de JAIR MESSIAS BOLSONARO dentro do ilícito modus operandi já descrito”. No entanto, Moraes afirmou que a violação foi “isolada”, sem notícias de outros descumprimentos. Ele também disse ter levado em consideração as explicações da defesa de Bolsonaro. Os advogados negaram qualquer intenção do ex-presidente de violar medidas cautelares e afirmou que ele “vem observando rigorosamente as regras de recolhimento impostas”. Repórter da Agência Brasil
Flávio Bolsonaro protocola pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes após medidas contra ex-presidente

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deu mais um passo firme na defesa da democracia ao protocolar nesta quarta-feira (23) um novo pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A iniciativa ocorre após as controversas medidas cautelares impostas contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, que inclui o uso da tornozeleira eletrônica — uma decisão que muitos consideram arbitrária e desproporcional. Flávio Bolsonaro denunciou que Moraes tem atuado de forma partidária e invejada, rompendo os limites constitucionais da jurisdição ao direcionar investigações e processos contra lideranças políticas conservadoras, enquanto ignora comportamentos semelhantes de políticas da esquerda. Segundo ele, o ministro usou seu poder para perseguir adversários, criminalizando manifestações legítimas e violando direitos básicos, como a liberdade de expressão. No pedido entregue ao Senado, Flávio aponta que Alexandre de Moraes extrapola suas funções, tomando atitudes que fragilizam a separação dos poderes e ameaçam o equilíbrio democrático do país. Ele enfatiza que a atuação do ministro prejudicial não apenas a imagem do Judiciário, mas também a confiança da população no sistema legal brasileiro. Além disso, o senador criticou o fato de Moraes ter bloqueado as contas do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), irmão de Flávio, demonstrando uma visão política incompatível com a imparcialidade esperada de um ministro do STF. Esta ação de Flávio Bolsonaro reforça uma pauta crescente entre parlamentares que clamam por uma revisão da atuação arbitrária de determinados ministros do Supremo, cuja postura tem gerado ampla insatisfação entre parcela significativa da população e representantes eleitos. Vale lembrar que, embora mais de 50 pedidos de impeachment contra ministros do STF estejam protocolados no Senado, nenhum deles avançou até hoje, o que faz deste um momento histórico para o Congresso decidir se tomará uma posição firme contra abusos de poder na Corte. Flávio Bolsonaro reforça que seu pedido não é um ataque ao Judiciário, mas um chamado para que o Supremo Tribunal Federal retome a normalidade institucional e respeite os limites de impostos pela Constituição, garantindo a segurança jurídica e o direito de expressão sem censura ou penalidade.
STF termina de ouvir testemunhas de núcleo 3; réus depõem na segunda

Os dez réus do núcleo 3 da trama golpista que é julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) devem ser interrogados na próxima segunda-feira, 28 de julho. A data foi marcada nesta quarta-feira (23) pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso na Corte, que deve conduzir os depoimentos. Esse grupo é composto por réus que teriam executado ações táticas que incluíam o monitoramento de alvos do complô e planos de sequestro e execução de autoridades. Nesta quarta foram encerrados também os depoimentos de todas as testemunhas dos quatro núcleos da trama golpista, com a oitiva dos últimos nomes arrolados pelas defesas do núcleo 3. Com esses últimos depoimentos, foram ouvidas todas as testemunhas que se dispuseram a comparecer para responder a perguntas relacionadas à tentativa de golpe de Estado, seja por indicação da acusação ou das defesas dos 31 réus que compõem os quatro núcleos do processo. Está marcado para esta quinta-feira (24) o interrogatório dos seis réus do núcleo 2, que foram acusados de gerenciar ações estratégicas para o sucesso do golpe, com a redação de uma minuta de decreto golpista e a utilização ilegítima da estrutura da Polícia Rodoviária Federal (PRF). No mesmo dia, serão interrogados também os sete réus do núcleo 4, que segundo denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) foram responsáveis por espalhar notícias falsas e desinformação com o objetivo de criar desconfiança nas urnas eletrônicas e no processo eleitoral, construindo clima social favorável ao golpe. Os interrogatórios serão transmitidos ao vivo pela TV Justiça, assim como ocorreu com os depoimentos dos réus do núcleo 1 da trama golpista. Em ações penais, tal procedimento costuma ser público e aberto, mas o caso da trama golpista é o primeiro em que são também veiculados ao vivo pelos canais oficiais do Supremo. O procedimento difere ainda do adotado para as oitivas das testemunhas. Nesse caso, por ordem de Moraes, os depoimentos não foram transmitidos, podendo ser acompanhados apenas por jornalistas diretamente de uma sala, em Brasília. Com o encerramento de todos os depoimentos, as gravações com as falas das testemunhas dos núcleos 2, 3 e 4 da trama golpista devem ser anexadas aos autos de cada ação penal. O caso da trama golpista foi dividido em quatro ações penais, conforme fatiamento do caso feito pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, com autorização da Primeira Turma do Supremo. O procedimento foi justificado como sendo uma forma de racionalizar e agilizar o processamento do caso, apesar de criticado pelas defesas. Confira abaixo quem são os réus dos núcleos 2, 3 e 4: Núcleo 2 Filipe Martins (ex-assessor de assuntos internacionais do ex-presidente Jair Bolsonaro); Marcelo Câmara (ex-assessor de Bolsonaro); Silvinei Vasques (ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal); Mário Fernandes (general do Exército); Marília de Alencar (ex-subsecretária de Segurança do Distrito Federal); Fernando de Sousa Oliveira (ex-secretário adjunto de Segurança do Distrito Federal). Núcleo 3 Bernardo Romão Correa Netto (coronel do Exército); Cleverson Ney Magalhães (tenente-coronel); Estevam Theophilo (general); Fabrício Moreira de Bastos (coronel); Hélio Ferreira (tenente-coronel); Márcio Nunes de Resende Júnior (coronel); Nilton Diniz Rodrigues (general); Rafael Martins de Oliveira (tenente-coronel); Rodrigo Bezerra de Azevedo (tenente-coronel); Ronald Ferreira de Araújo Júnior (tenente-coronel); Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros (tenente-coronel); Wladimir Matos Soares (policial federal). Núcleo 4 Ailton Gonçalves Moraes Barros (major da reserva do Exército); Ângelo Martins Denicoli (major da reserva); Giancarlo Gomes Rodrigues (subtenente); Guilherme Marques de Almeida (tenente-coronel); Reginaldo Vieira de Abreu (coronel); Marcelo Araújo Bormevet (policial federal); Carlos Cesar Moretzsohn Rocha (presidente do Instituto Voto Legal). Repórter da Agência Brasil
Fux diverge, mas Primeira Turma confirma tornozeleira para Bolsonaro

Por maioria de 4 a 1, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter as medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes ao ex-presidente Jair Bolsonaro, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica. Último a votar, o ministro Luiz Fux foi o único a discordar. Para Fux, a Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) não apontaram “provas novas e concretas nos autos de qualquer tentativa de fuga empreendida ou planejada pelo ex-presidente”. Por esse motivo, impor medidas restritivas a Bolsonaro seria uma atitude desproporcional, votou o ministro. O voto de Fux entrou no sistema menos de uma hora antes do fim da sessão virtual extraordinária da Primeira Turma, que começou às 12h de sexta-feira (19) e terminou às 23h59 de segunda-feira (21). Em outro trecho, Fux reconhece pressões que tentam intimidar o Supremo, mas afirmou que o STF tem conseguido demonstrar de “forma inequívoca a sua independência e a sua impermeabilidade às pressões dos setores que manifestam desagrado com as suas decisões”, assinalou. Maioria Os demais quatro ministros do colegiado – além do próprio Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia – votaram por manter as cautelares, diante do risco de fuga de Bolsonaro e para que ele interrompa o que seria uma tentativa de intimidar o Supremo Tribunal Federal a arquivar a ação penal sobre uma trama golpista da qual é réu. Além da tornozeleira, as medidas incluem o recolhimento noturno e nos fins de semana e a proibição de se comunicar com o filho Eduardo Bolsonaro, bem como de se manifestar nas redes sociais. Ao impor as medidas, o ministro Alexandre de Moraes atendeu a pedidos da PF e da PGR, e apontou para diversas postagens de Bolsonaro e Eduardo, e também para entrevistas dos dois a canais de TV e da internet, em que defendem, por exemplo, sanções do governo dos Estados Unidos contra autoridades brasileiros e o próprio Brasil. Moraes entendeu que os dois fazem um “flagrante confissão” do cometimento de crimes como coação no curso do processo, obstrução de justiça e tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito. Em outro trecho da decisão, o ministro cita ainda um possível atentado à soberania nacional. Ação penal O esforço para mobilizar o governo dos EUA a intimidar a justiça brasileira se intensifica à medida que avança no Supremo a ação penal sobre uma tentativa de golpe de Estado que teria sido liderada por Bolsonaro, segundo denúncia da PGR. Nesta segunda-feira (21), Moraes deu 24 horas para que a defesa de Bolsonaro explique – “sob pena de decretação imediata da prisão do réu” – o descumprimento de algumas das medidas cautelares desde que foram impostas. Mais cedo, o ministro publicou despacho para esclarecer que entrevistas concedidas pelo ex-presidente não podem ser retransmitidas nas redes sociais, por exemplo. Confira as medidas determinadas contra Bolsonaro Uso de tornozeleira eletrônica; Recolhimento domiciliar noturno entre 19h e 6h, de segunda a sexta-feira, e integral nos fins de semana e feriados; Proibição de aproximação e de acesso a embaixadas e consulados de países estrangeiros; Proibição de manter contato com embaixadores ou autoridades estrangeiras; Proibição de uso de redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros; Proibição de manter contato com Eduardo Bolsonaro e investigados dos quatro núcleos da trama golpista.
PL Convoca Protesto Pró-Bolsonaro e Garante: “O Brasil Vai Parar”

O Partido Liberal (PL), principal sigla de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, está organizando um grande ato de manifestações em defesa do líder bolsonarista, em resposta às recentes medidas cautelares impostas pela Polícia Federal e autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Após buscas e apreensões na residência de Bolsonaro, além da aplicação de restrições como o uso de tornozeleira eletrônica e limitações em seus contatos sociais, o partido afirma que “é hora de a sociedade brasileira se posicionar com coragem” e que “o Brasil vai parar”. A mobilização, ainda sem data definida oficialmente, deve ocorrer em meio a um cenário de tensão política crescente, especialmente considerando que o ex-presidente enfrenta também impedimentos na Justiça que afetam sua elegibilidade para as eleições de 2026. Conforme declarações do deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), líder do PL na Câmara, a expectativa é levar os apoiadores às ruas de forma pacífica e ordeira para manifestar insatisfação contra o que classificam como “injustiças” e medidas que cerceiam a liberdade política de Bolsonaro. Em meio a essa articulação, a última manifestação realizada na Avenida Paulista reuniu cerca de 12,4 mil pessoas, o menor público já registrado em manifestações bolsonaristas nesta praça desde 2022. Mesmo assim, aliados e lideranças do PL mantêm confiança na capacidade de mobilização e no carisma do ex-presidente, considerado por eles o maior líder político da direita brasileira. O PL destaca ainda que, caso Bolsonaro permaneça inelegível, existem nomes dentro do partido, como governadores e deputados aliados, que receberiam o apoio da legenda para sucedê-lo nas próximas eleições. No entanto, a prioridade continua sendo a defesa do ex-presidente e a demonstração de força nas ruas para pressionar o Supremo e o governo atual. As manifestações programadas ganham ampla repercussão e polarização, refletindo o momento delicado da política nacional, onde a disputa entre os poderes Judiciário e Executivo se intensifica, enquanto a classe política e a sociedade acompanham com atenção o desenrolar dos próximos capítulos desse embate.
Trump denuncia “caça às bruxas” contra Bolsonaro e reafirma apoio ao líder conservador brasileiro

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a sair em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, ressaltando que, embora não o considere um amigo pessoal, conhece Bolsonaro e reconhece sua luta incansável pela população do Brasil. Em publicações recentes nas redes sociais, Trump classificou as investigações e ações judiciais contra o líder brasileiro como uma verdadeira “caça às bruxas”, motivada por interesses políticos que buscam deslegitimar seu trabalho e sua liderança. Trump enfatizou que Bolsonaro é alvo de um ataque político que visa silenciar um projeto que beneficiou milhões de brasileiros, e que o tratamento dado a ele, sua família e milhares de apoiadores é “algo terrível” e injusto. O presidente americano prometeu acompanhar de perto o desenrolar dos fatos no Brasil, alinhando-se à causa dos conservadores que enfrentam perseguições similares em vários países, numa luta pela defesa da ordem, da liberdade e dos valores tradicionais. Essa manifestação reforça o apoio internacional que Bolsonaro recebe da direita global, e reforça a necessidade de uma reação firme do Brasil para defender sua soberania contra pressões internas e externas que ameaçam o desenvolvimento econômico e a segurança nacional. Ao criticar o que classificou como abusos judiciários e perseguições políticas, Trump atua como voz de resistência contra as forças que tentam reverter avanços importantes conquistados pelo país sob a liderança conservadora. Entre os seguidores de Bolsonaro, o posicionamento do presidente americano é recebido com entusiasmo e reconhecido como um importante respaldo para fortalecer a base política e a luta contra o que consideram ser uma tentativa de manipulação judicial e midiática.
Bolsonaro 2026: A Resistência Conservadora que Pode Mudar o Brasil

Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, segue como a principal liderança conservadora do país e mantém uma base fiel de apoiadores. Mesmo após decisões judiciais que o tornaram inelegível até 2030, Bolsonaro não esconde sua intenção de disputar a Presidência em 2026, defendendo valores como a liberdade, o patriotismo e a defesa da família tradicional. Sua atuação firme contra o avanço da esquerda e sua postura crítica em relação ao ativismo judicial continuam mobilizando milhões de brasileiros. Desafios Jurídicos e Mobilização A inelegibilidade de Bolsonaro, definida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é vista por muitos como uma manobra política para afastar o maior nome da direita das eleições. Parlamentares aliados já articulam mudanças na legislação para reduzir o tempo de inelegibilidade, buscando garantir a participação de Bolsonaro no pleito de 2026. O próprio ex-presidente, confiante, afirma que lutará até o último instante para garantir seu direito de concorrer, representando a esperança de milhões que rejeitam o atual governo de esquerda. Estratégia e União da Direita Pesquisas e Apoio Popular Pesquisas recentes mostram que Bolsonaro mantém índices elevados de intenção de voto, empatando tecnicamente com Lula em cenários simulados. Sua popularidade é especialmente forte entre os jovens, empresários, produtores rurais e cristãos, segmentos que valorizam sua defesa da ordem, da economia liberal e do combate à corrupção. Caminhos para 2026 Bolsonaro segue como símbolo de resistência conservadora e esperança para milhões de brasileiros que desejam um país livre do intervencionismo estatal e do autoritarismo judicial. Sua possível volta ao Planalto em 2026 representa, para a direita, a oportunidade de retomar o crescimento econômico, fortalecer valores tradicionais e restaurar a confiança nas instituições.



