Papa Leão XIV nomeia novo arcebispo de Aparecida (SP)

Papa Leão XIV nomeia Dom Mário Antônio da Silva como novo arcebispo de Aparecida (SP), substituindo Dom Orlando Brandes. Conheça o novo líder da Arquidiocese que abriga o Santuário Nacional. O Papa Leão XIV nomeou, nesta segunda‑feira (2), Dom Mário Antônio da Silva como novo arcebispo metropolitano da Arquidiocese de Aparecida (SP) , transferindo‑o da Arquidiocese de Cuiabá (MT). A decisão foi oficializada pelo Vaticano e pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) , encerrando a liderança de Dom Orlando Brandes , que assume o status de bispo emérito após dez anos à frente da Arquidiocese. Novo arcebispo de Aparecida Dom Mário Antônio da Silva será o sexto arcebispo de Aparecida , com dois meses previstos para preparar a transição e assumir formalmente o governo pastoral da Arquidiocese. A Arquidiocese de Aparecida abrange cinco municípios – Aparecida, Guaratinguetá, Lagoinha, Potim e Roseira – e é composta por 18 paróquias e uma capelania militar , tendo como centro o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida , principal templo mariano do Brasil e um dos maiores centros de peregrinação católica do mundo. Origem e formação de Dom Mário Nascido em 17 de outubro de 1966, em Itararé (SP) , na Diocese de Itapeva, Dom Mário Antônio da Silva estudou Filosofia e Teologia no Seminário Diocesano Divino Mestre, em Jacarezinho (PR) , e obteve licenciatura em Teologia Moral pela Pontifícia Academia Alfonsiana, em Roma . Foi ordenado sacerdote em 21 de dezembro de 1991 , incardinado na Diocese de Jacarezinho, e exerceu diversas funções pastorais e formativas, como diretor espiritual e reitor do Seminário Menor Nossa Senhora da Assunção , coordenador da Pastoral Vocacional , coordenador diocesano de Pastoral , professor de Teologia Moral , diretor espiritual do Seminário Maior Divino Mestre , pároco do Sagrado Coração de Jesus, em Jacarezinho (PR) , e chanceler da Cúria Diocesana . Veja Também:100 mil fiéis em Aparecida na 18ª Romaria Nacional do Terço dos Homens No âmbito da CNBB, atuou como 2º vice-presidente e presidente da Regional Norte , ganhando experiência em gestão de grandes circunscrições e diálogo com a Igreja na Amazônia. Importância da carga em Aparecida A Arquidiocese de Aparecida é um dos centros mais importantes da Igreja Católica no Brasil , tanto pela devoção mariana quanto pela influência nas pautas sociais e políticas, já que missas e eventos no Santuário são transmitidos nacionalmente por TVs, rádios e plataformas digitais, alcançando milhões de religião. A escolha do novo arcebispo, feita pelo Papa Leão XIV após processo sigiloso conduzido pelo Vaticano, reflete a importância da cidade como ponto de encontro de romeiros de todo o país e símbolo da fé católica brasileira. Dom Orlando Brandes, 80 anos, apresentou renúncia conforme o Código de Direito Canônico , que estabelece idade limite para bispos, e será substituído por Dom Mário Antônio da Silva, convidado a dirigir a Arquidiocese em um novo ciclo de missão evangelizadora

COVID‑19 e vírus Nipah: dois vírus, riscos muito diferentes

Quando se fala em ameaças virais globais, o SARS‑CoV‑2 (causador da COVID‑19) e o vírus Nipah costumam aparecer em listas de patógenos preocupantes, mas com perfis bem distintos em termos de transmissão, letalidade e impacto na sociedade. Enquanto a COVID‑19 se espalhou rapidamente pelo mundo, o Nipah permanece, por enquanto, restrito a surtos localizados, porém com potencial devastador. O que é o vírus Nipah? O vírus Nipah é um patógeno transmitido principalmente por morcegos‑frugívoros e pode passar para humanos via contato com animais infectados (como porcos) ou com secreções de pessoas doentes. Seu período de incubação varia de 4 a 21 dias, e a infecção costuma se manifestar como febre, dor de cabeça, mialgia e, em muitos casos, evolui para encefalite aguda e problemas respiratórios graves. A taxa de letalidade estimada fica entre 40% e 75%, dependendo do surto e da capacidade local de atendimento, o que o torna um dos vírus mais mortais já descritos. Veja Também:Vírus Nipah em crianças: riscos, sintomas e formas de prevenção Apesar disso, o Nipah ainda não gerou uma pandemia. Os surtos ocorreram principalmente na Ásia (Malásia, Singapura, Bangladesh, Índia), em contextos bem específicos, e não há vacina ou tratamento específico aprovado em larga escala. Isso significa que o risco global é alto, mas o alcance geográfico é limitado – por enquanto. A COVID‑19: transmissão rápida, letalidade menor O SARS‑CoV‑2, por outro lado, mostrou capacidade extraordinária de se espalhar por meio de gotículas respiratórias e superfícies contaminadas, inclusive por pessoas assintomáticas. Sua letalidade é significativamente menor que a do Nipah, mas a combinação de alta transmissibilidade e circulação global gerou uma pandemia que deixou milhões de mortes em todo o mundo, incluindo mais de 600 mil óbitos apenas no Brasil. No Brasil, o primeiro caso confirmado foi em 26 de fevereiro de 2020, em São Paulo, em um homem que havia retornado da Itália, onde a epidemia já estava em curso. Poucos dias antes, o país vivia o Carnaval, com milhões de pessoas em aglomerações em ruas, blocos e escolas de samba. Fomos alertados antes do Carnaval? Oficialmente, a confirmação do primeiro caso no Brasil ocorreu um dia após o fim do Carnaval de 2020, o que indica que, ao menos em nível nacional, o alerta formal veio tarde demais para mudar o calendário da festa. Naquele momento, o Ministério da Saúde reforçava medidas básicas de higiene e etiqueta respiratória, mas não havia ainda recomendações claras para cancelar grandes eventos. Em retrospectiva, muitos especialistas e órgãos como a Fiocruz passaram a destacar que grandes aglomerações, como o Carnaval, representam risco elevado para a disseminação de vírus respiratórios, inclusive da própria COVID‑19 em anos posteriores. Carnaval é mais “importante” que a saúde? O Carnaval é, sem dúvida, um marco cultural, econômico e turístico para o Brasil, movimentando bilhões de reais e envolvendo milhões de pessoas. No entanto, a pandemia mostrou que, em contextos de surto de doenças altamente transmissíveis, a prioridade deve ser a saúde pública: adiar ou cancelar grandes eventos pode salvar vidas e reduzir o colapso do sistema de saúde. A lição da COVID‑19 é que a festa pode esperar; o vírus, não. Fontes utilizadas na pesquisa: 📺 Acompanhe nossa Web TV no Portal Vale em Ação! Vale em Ação WhatsApp

Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 9

Bolsa familia

A Caixa Econômica Federal paga nesta quinta-feira (29) a parcela de janeiro do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 9. O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com adicionais o valor médio do benefício sobe para R$ 697,77. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 18,77 milhões de famílias, com gasto de R$ 13,1 bilhões. Além do benefício mínimo, há o pagamento dos seguinte adicionais: No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco. Pagamento unificado Os beneficiários de 176 cidades de nove estados receberam o pagamento no último dia 19, independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 120 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Bahia (29), Sergipe (10), Roraima (6), Paraná (4), Amazonas (3), Piauí (2), Rio Grande do Sul (1) e Santa Catarina (1). Essas localidades foram afetadas por chuvas ou por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social. Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes). Regra de proteção Cerca de 2,44 milhões de famílias estão na regra de proteção em janeiro. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. No ano passado, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos. Auxílio Gás Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias cadastradas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em fevereiro. Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica. Calendário do Bolsa Família de 2026 – Arte EBC Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Programa Empreendedor Artesão estimula o artesanato paulista como negócio e fonte de renda

[ad_1] Voltado ao fortalecimento do artesanato paulista como atividade econômica e cultural, o Programa Empreendedor Artesão, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo (SDE), incentiva o empreendedorismo entre artesãos de todos os segmentos e regiões do estado, oferecendo reconhecimento, fomento, qualificação, acesso ao mercado e oportunidades de renda. Selecionar, cortar, soldar, moldar, pintar, criar e vender. Todos os dias, há 28 anos, Claudinei Roberto Nanzi, 69 anos, morador de Jundiaí, interior paulista, trabalha minunciosamente em seu ateliê nos fundos de casa com um material comumente descartável: garrafas PET. Nas mãos do artesão, uma garrafa de plástico de dois litros se transforma em obras de personagens icônicos como Sancho Pança e Dom Quixote, além de animais, folhas, flores e figuras religiosas como São Francisco de Assis. Tudo feito com muita paciência, técnica e paixão a partir de um material que demora centenas de anos para se decompor. Hoje, a venda das peças é um complemento da renda de Claudinei, mas ele almeja que um dia o artesanato se torne sua principal fonte financeira. Para além do talento, ele defende que o artesão contemporâneo precisa saber empreender e por isso considera o recém-lançado Programa Empreendedor Artesão como um divisor de águas para o artesanato paulista. “Para além da arte romântica do artesanato, somos empreendedores. E o papel do Estado é abrir portas. Quando o Empreendedor Artesão estava sendo criado, fomos ouvidos e valorizados. Foi uma ruptura. A partir daquele dia, muita coisa mudou e muito ainda vai mudar”, relembra o artesão sustentável. Artesã já viajou para países como Paraguai e Espanha durante suas pesquisas Estruturado para atender às principais demandas da categoria, o programa reúne pilares essenciais para o fortalecimento da atividade: Formalização: emissão da Carteira do Artesão em nível estadual e nacional; orientação para formalização de negócios (MEI, cooperativas e associações); e atendimento itinerante em todo o Estado. Qualificação: cursos presenciais e online voltados à gestão, marketing, vendas e uso de ferramentas digitais; capacitação técnica em diferentes modalidades de artesanato; e cursos de inclusão digital com foco em redes sociais, e-commerce e pagamentos online. Acesso ao crédito: linhas de financiamento para artesãos por meio do Banco do Povo Paulista e da Desenvolve SP, com condições facilitadas para ampliar e modernizar os negócios. Do desmatamento à sustentabilidade Claudinei trabalhou por quatro décadas no comércio de madeira e testemunhou de perto a extração predatória. Uma vez viu tratores com correntes derrubando grandes áreas de floresta e matando animais no processo. “Fiquei com culpa de fazer parte dessa cadeia destrutiva”, relata. Ao se aposentar, decidiu que precisava devolver algo para a sociedade e ajudar na preservação da natureza. A ideia surgiu enquanto passava pelo Rio Jundiaí e se deparou com milhares de garrafas PET acumuladas na água. Ele começou a recolher o material e transformá-lo em plantas aquáticas, esculturas e peças decorativas. “Precisava fazer algo diferente para me destacar, então comecei a investir na metalização das garrafas PET. Eu queria gerar debate, provocar consciência e mostrar que essas garrafas não são um material tão descartável assim”, declara Claudinei. Claudinei transformar garrafas PET em diversas obras a partir do trabalho manual Patrimônio cultural vivo Se o relato de Claudinei apresenta o artesanato como uma ferramenta de transformação sustentável e econômica, a trajetória de Elizabeth Horta Corrêa, de 74 anos, mostra o artesanato como patrimônio cultural vivo. Há mais de 20 anos, ela se dedica à pesquisa e preservação da renda Nhanduti, técnica paraguaia ancestral em risco de extinção. Elizabeth conheceu o Nhanduti em 2004, durante um curso de artesanato em Atibaia, onde vive até hoje. Encantada pela delicadeza das peças, iniciou uma verdadeira investigação para descobrir sua origem. Com poucas referências ou materiais disponíveis no Brasil, passou anos reunindo literatura antiga, estudando arquivos estrangeiros, visitando museus, recuperando manuais do século passado e até mesmo viajando para outros países, como Croácia, Paraguai e Espanha. Seu trabalho de pesquisa tomou proporções tão profundas que, em 2024, foi reconhecida como a única mestra da técnica de Nhanduti no Brasil. “Você só preserva o que conhece. O esquecimento vira um círculo vicioso. São mais de 20 anos de pesquisa sobre algo que nunca foi estudado antes”, conta a mestra artesã. Durante anos, Elizabeth produziu peças para lojas e joalherias, mas a complexidade da técnica sempre limitou sua escala. Trabalhar com uma renda tão fina exige mais tempo do que o mercado costuma comportar. “Um módulo de oito centímetros pode levar de oito horas até alguns dias para ficar pronto. É um trabalho minucioso”, explica. Para ela, o Programa Empreendedor Artesão representa a chance de unir cultura, renda e preservação. “Essas técnicas só sobrevivem onde há vontade ou política pública. Além do benefício do emprego e da renda, você trabalha a própria cultura e garante que novas gerações tenham acesso a técnicas ancestrais”, declara. Conheça mais sobre o programa Empreendedor Artesão aqui. Sobre a SDE A Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), do Governo do Estado de São Paulo, exerce papel fundamental para a reindustrialização e atração de investimentos com foco na geração de emprego, renda e desenvolvimento regional. Além disso, conta com programas de capacitação profissional e ações de fomento ao empreendedorismo, que incluem linhas de microcréditos do Banco do Povo. A pasta tem como instituições vinculadas: InvestSP, Desenvolve SP e Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp). [ad_2] Agência SP

CECON FECAP analisa comportamento do comércio, serviços e produção industrial no estado de SP em setembro

COMPORTAMENTO DO COMÉRCIO VAREJISTA EM SÃO PAULO – SETEMBRO DE 2025  Em setembro de 2025, o volume de vendas no comércio varejista ampliado no Estado de São Paulo, medido pela Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou queda de 1,6% em relação ao mês anterior, considerando a série livre de fatores sazonais.  Variação anual  Em relação ao mesmo mês do ano anterior (setembro de 2024), as vendas no varejo apresentaram uma queda de 3,6%, em contraste com o resultado positivo observado para a média do Brasil, com alta de 1,1%.  Dentro do setor varejista paulista, os destaques positivos ficaram para os equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+35,7%) e para os eletrodomésticos (+19,1%). Por outro lado, as piores performances ficaram para os móveis (-16,2%), os veículos, motocicletas, partes e peças (-12,9%) e os combustíveis e lubrificantes (-10,6%).  Vale destacar também que o atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo não apresentava uma variação positiva desde fevereiro de 2024.  Variação acumulada dos últimos 12 meses  O resultado acumulado nos últimos doze meses para o varejo foi de -2,4%.  Variação acumulada no ano  No acumulado de janeiro a setembro, o volume de vendas do comércio varejista ampliado caiu 3,1% em comparação ao mesmo período do ano anterior, uma queda muito maior do que a observada para o País (-0,3%).  Dentro das subcategorias analisadas pelo IBGE, 5 apresentaram crescimento, enquanto 7 recuaram. E dentre os resultados negativos, os destaques foram o setor de móveis (-23,1%), o de atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-15,8%) e o de veículos, motocicletas, partes e peças (-6,2%), enquanto os destaques positivos foram os equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+14,4%), os eletrodomésticos (+9,3%) e os tecidos, vestuário e calçados (+6,0%).  Dentre as 27 unidades da federação (26 Estados e o Distrito Federal), o resultado positivo foi observado em 20 unidades. As maiores variações ocorreram no Amapá (+6,9%), na Paraíba (+5,1%), em Mato Grosso (+4,9%), no Ceará (+4,5%), na Bahia (-1,0%), no Rio de Janeiro (-1,3%), no Maranhão (-2,0%) e em Goiás (-2,6%).  COMPORTAMENTO DOS SERVIÇOS NO ESTADO DE SÃO PAULO – SETEMBRO DE 2025  Em setembro de 2025, o volume de serviços no Estado de São Paulo, medido pela Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou um aumento de 1,1% em relação ao mês anterior, na série com ajuste sazonal.  Variação anual  Em relação ao mesmo mês do ano anterior (setembro de 2024), as vendas de serviços apresentaram uma alta de 5,9%. A variação é positiva desde abril de 2024. Para a média do Brasil, o crescimento foi de 4,1%. Os principais resultados positivos ficaram para o setor de serviços de informação e comunicação (+8,0%) e o setor de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (+6,2%).  Já as atividades turísticas cresceram 6,5% nesse período. Um resultado maior do que o observado para o País, com crescimento de 4,6%.  Variação acumulada dos últimos 12 meses  O resultado acumulado nos últimos doze meses para o setor de serviços no Estado de São Paulo foi de +4,6% e para as atividades turísticas, de +6,8%.  Variação acumulada no ano  No acumulado de janeiro a setembro, o volume de serviços prestados subiu 4,4%. A média do País foi de +2,8%.  Dentro das atividades analisadas pelo IBGE, 4 apresentaram crescimento, enquanto apenas 1 recuou. Os destaques positivos ficaram para o setor de serviços de informação e comunicação (+9,6%) e de serviços profissionais, administrativos e complementares (+6,1%).  Já as atividades turísticas cresceram 5,7% nesse período.  Dentre as 27 unidades federativas (26 Estados e o Distrito Federal), o resultado positivo foi observado em 21 delas. As maiores variações positivas ocorreram no Distrito Federal (+7,5%), em Tocantins (+5,7%), na Paraíba (+5,5%) e no Mato Grosso do Sul (+5,3%), enquanto as maiores variações negativas ocorreram no Rio Grande do Sul (-4,4%), no Acre (-3,8%) e no Piauí (-3,3%).  COMPORTAMENTO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM SÃO PAULO – SETEMBRO DE 2025  Em setembro de 2025, a produção industrial no Estado de São Paulo, medida pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou queda de 0,4% ante o mês anterior, considerando a série livre de fatores sazonais. O mesmo resultaldo foi registrado para a produção industrial nacional.  Variação anual  Em relação ao mesmo mês do ano anterior (setembro de 2024), a produção industrial paulista apresentou queda de 0,3%. As indústrias extrativas caíram 13,3%, enquanto a indústria de transformação diminuiu 0,1%.  Dentro da indústria de transformação, os principais resultados positivos ficaram para os setores de fabricação de produtos têxteis (+25,4%) e de fabricação de produtos alimentícios (+6,6%).  Já as maiores quedas ficaram para os setores de metalurgia (-12,3%) e de fabricação de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-10,6%).  Variação acumulada dos últimos 12 meses  A produção industrial paulista diminuiu 1,2% no acumulado dos últimos 12 meses, em contraste com o crescimento de 1,5% observado para o Brasil.  Variação acumulada no ano  Já no acumulado entre janeiro e setembro, a produção industrial caiu 1,8%. O resultado das indústrias extrativas no período, por sua vez, foi de queda de 14,3%, enquanto a indústria de transformação diminuiu 1,5%.  Dentro dos 24 setores da indústria de transformação, 7 apresentaram crescimento, enquanto 10 recuaram e 7 não tiveram dados disponíveis.  No mesmo período, dentre os 17 estados pesquisados, os maiores resultados positivos para a produção industrial foram observados no Espírito Santo (+7,5%), no Pará (+4,9%) e no Rio de Janeiro (+4,1%). Já os maiores resultados negativos ocorreram no Rio Grande do Norte (-13,1%), em Mato Grosso (-7,1%) e no Maranhão (-6,2%).  Expediente CECON  Coordenação: Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor  Equipe Econômica: professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas  Termo de isenção de responsabilidade: este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações foram obtidas através de fontes públicas críveis, e estão sujeitas a

Papai Noel chega ao Shopping Pátio Pinda

Papai Noel chega ao Shopping Pátio Pinda em um domingo de aventura pela Era do Gelo A inauguração marcou o início da exposição que traz réplicas em tamanho real de animais pré-históricos O clima de magia tomou conta do Shopping Pátio Pinda, administrado pelo Grupo AD, no último domingo (9), quando o público foi transportado para um verdadeiro cenário da Era do Gelo durante a abertura oficial do Natal Congelante. A chegada do Papai Noel, em um carro antigo, emocionou crianças e adultos e marcou o início da temporada mais aguardada pelas crianças e adultos.Desde o início da tarde, as famílias aproveitaram atividades gratuitas como pintura facial, distribuição de pipoca e apresentações de dança de escolas e companhias da região, entre elas, Colégio Coin Júnior, SD Ballet, Companhia Julia Pyles, Dancing Soul e Sonhar’t. O ponto alto da programação foi o espetáculo “Natal Congelante”, que envolveu o público em uma narrativa repleta de fantasia e personagens inspirados no universo pré-histórico.Após a apresentação, o público foi convidado a conhecer a nova decoração natalina, que surpreende quem chega com 23 réplicas em tamanho real de animais da Era do Gelo. As esculturas se movimentam, emitem sons e recriam o ambiente gelado de forma realista, com destaque para o mamute-lanoso, o tigre-dentes-de-sabre, o bichopreguiça gigante e o rinoceronte-lanoso. Uma experiência que une encanto e conhecimento para todas as idades.O evento contou com a presença do prefeito de Pindamonhangaba, Ricardo Piorino, que prestigiou a celebração ao lado da presidente do Fundo Social, Patrícia Amadei, da neta Antonella e da secretária pet da prefeitura, Antonieta. A participação das famílias e autoridades locais reforça o papel do shopping como um espaço de convivência e celebração para toda a comunidade.Para Bruna Silva, Coordenadora de Marketing do Shopping Pátio Pinda, o evento superou as expectativas. “O público se envolveu de verdade com o tema. Ver o brilho nos olhos das crianças e das famílias é a maior recompensa. O Natal Congelante foi pensado para despertar a imaginação e criar memórias afetivas, tornando o passeio uma experiência inesquecível.”O Natal Congelante do Shopping Pátio Pinda segue até o fim de dezembro, com visitação gratuita todos os dias no horário de funcionamento do shopping. Visita ao Papai NoelDe terça a sábado: das 14h às 21hDomingos: das 14h às 20hLocal do trono do Papai Noel: próximo à loja Hering

Com microcrédito do Banco do Povo, empreendedores investem em negócios nas periferias

[ad_1] Criado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) para atender micros e pequenos empresários, o Banco do Povo Paulista (BPP) dá a oportunidade para que empreendedores formais e informais tenham acesso a microcréditos para alavancar seus negócios. Foi o que fez Dielson Cordeiro, dono de um pet shop na zona leste de São Paulo, que usou o dinheiro para reorganizar o caixa, comprar produtos e assim evitar a falência. “Sem o auxílio do BPP, teria fechado a loja”, afirma. Dielson mora na Vila Carmosina, umas das regiões mais populosas da capital paulista e que possui comunidades em situação de vulnerabilidade social. “Aqui a gente conhece todo mundo. Sabe o nome do cachorro, da criança, da avó. Tem cliente que vem só para conversar, é quase uma terapia”, disse. Dielson atende moradores das comunidades locais. Segundo levantamento do Data Favela, o Brasil tem cerca de 18 milhões de pessoas vivendo em favelas, onde 5,2 milhões são empreendedores. Para 35% desses moradores, abrir o próprio negócio é o maior sonho profissional. No caso de Dielson, o sonho se tornou realidade e foi construído a partir de laços sólidos criados a clientela. A relação próxima com as pessoas resultou em momentos marcantes ao longo dos 12 anos de negócio, como quando recebe presentes inusitados de clientes agradecidos: bolos, queijos e até mesmo galinhas. “São pequenos gestos que mostram o quanto somos queridos e valorizados por aqui”, comenta. “O Banco do Povo Paulista é uma oportunidade para quem quer começar a empreender ou alavancar o próprio negócio. Não há restrição por região ou bairros. A condição é que o município tenha convênio com Banco do Povo. Dessa forma, chegamos também às pessoas que empreendem em favelas”, afirma Myrian Prado, subsecretária de empreendedorismo e produtividade da SDE. No Grajaú, empreender é servir a comunidade Na zona sul de São Paulo, Dayane Dias, 31 anos, proprietária de uma confeitaria, encontrou a oportunidade de crescer e gerar renda com a vizinhança do Grajaú, maior distrito populacional da cidade, com mais de 380 mil habitantes. Com o financiamento do BPP, ela adquiriu equipamentos como panela e vitrine para expor seus produtos, além de realizar pintura e melhorias no espaço físico. Dayane faz os bolos e o marido é o responsável pelo financeiro da loja “Ofereço o melhor serviço possível para o bairro, onde ainda falta estrutura e bons atendimentos, então decidi fazer o meu melhor pela comunidade todos os dias”, diz. Dayane emprega pessoas da região e mantém parcerias locais. Ela reconhece que a infraestrutura e a segurança são desafios constantes, mas acredita que a força do território está na união e na confiança entre os moradores. “As pessoas acreditam no nosso trabalho, e isso motiva a seguir em frente.” Salão de estética oferece conforto em Paraisópolis Em Paraisópolis, a maior favela de São Paulo e a terceira do Brasil, segundo o Censo do IBGE, com quase 60 mil moradores, Maria Orlanda Alves, de 53 anos, conhecida como Yo, atua como designer de sobrancelhas e depiladora. “Investi na melhoria do espaço e comprei móveis adequados, que trouxeram conforto e organização. Comprei equipamentos que aprimoraram a qualidade dos atendimentos, oferecendo um serviço eficiente aos clientes”, comenta a esteticista. Ela diz que o investimento no espaço trouxe mais conforto para os clientes. “Graças a essas melhorias, a infraestrutura se tornou moderna e funcional, proporcionando uma experiência prazerosa”, finaliza. Banco do Povo empreendedora de Paraisópolis aprimora serviços de estética com financiamento do Estado Como funciona o Banco do Povo O Banco do Povo possui linhas de crédito com valores entre R$ 200 e R$ 21 mil, que podem ser utilizados para capital de giro, investimento fixo ou misto. Para saber quais são as unidades conveniadas ao Banco do Povo, conferir a lista dos documentos necessários para solicitar o microcrédito e conhecer os períodos de carência e as taxas de juros, basta acessar a página do Banco do Povo Paulista, no site da SDE. Sobre a SDE A Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), do Governo do Estado de São Paulo, exerce papel fundamental para a reindustrialização e atração de investimentos com foco na geração de emprego, renda e desenvolvimento regional. Além disso, conta com programas de capacitação profissional e ações de fomento ao empreendedorismo, que incluem linhas de microcréditos do Banco do Povo. A pasta tem como instituições vinculadas: InvestSP, Desenvolve SP e Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp). [ad_2] Agência SP

CECON FECAP analisa comportamento do comércio, serviços e produção industrial no estado de São Paulo em agosto de 2025

CECON FECAP analisa comportamento do comércio, serviços e produção industrial no estado de São Paulo em agosto de 2025 COMPORTAMENTO DO COMÉRCIO VAREJISTA EM SÃO PAULO: AGO-2025 Em agosto de 2025, o volume de vendas no comércio varejista ampliado no Estado de São Paulo, medido pela Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou alta de 2,0% em relação ao mês anterior, considerando a série livre de fatores sazonais.  Variação anual  Em relação ao mesmo mês do ano anterior (agosto de 2024), as vendas no varejo apresentaram uma queda de 4,3%. Um resultado pior do que o observado para a média do Brasil, com uma queda de 2,1%.  Dentro do setor varejista paulista, os destaques positivos ficaram para os setores de eletrodomésticos (+12,0%) e de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+5,9%). Por outro lado, as piores performances ficaram para os setores de móveis (-32,2%) e de veículos, motocicletas, partes e peças (-13,8%).  Variação acumulada dos últimos 12 meses O resultado acumulado nos últimos doze meses para o varejo foi de -2,3%.  Variação acumulada no ano  No acumulado de janeiro a agosto, o volume de vendas do comércio varejista ampliado de São Paulo caiu 3,1% em comparação ao mesmo período do ano anterior, uma queda muito maior do que a observada para o País (-0,4%).  Dentro das subcategorias analisadas pelo IBGE, 6 apresentaram crescimento, enquanto 6 recuaram. E dentre os resultados negativos, os destaques foram o setor de móveis (-23,8%), o de atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-17,3%) e o de veículos, motocicletas, partes e peças (-5,3%), enquanto os destaques positivos foram os equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+12,0%), os eletrodomésticos (+8,3%) e os tecidos, vestuário e calçados (+6,6%).  Dentre as 27 unidades da federação (26 Estados e o Distrito Federal), o resultado positivo foi observado em 20 unidades. As maiores variações ocorreram no Amapá (+6,5%), na Paraíba (+5,1%), em Mato Grosso (+4,5%), no Ceará (+4,3%), no Rio de Janeiro (-1,6%), na Bahia (-2,1%), no Maranhão (-2,6%) e em Goiás (-3,8%).  COMPORTAMENTO DOS SERVIÇOS NO ESTADO DE SÃO PAULO: AGO-2025  Em agosto de 2025, o volume de serviços no Estado de São Paulo, medido pela Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou uma queda de 1,0% em relação ao mês anterior, na série com ajuste sazonal.  Variação anual  Em relação ao mesmo mês do ano anterior (agosto de 2024), as vendas de serviços apresentaram uma alta de 4,0%. A variação é positiva desde abril de 2024. Para a média do Brasil, o crescimento foi de 2,5%.  O principal resultado positivo ficou para o setor de serviços de informação e comunicação (+7,7%), enquanto o maior resultado negativo ficou para os outros serviços (-3,4%).  Já as atividades turísticas cresceram 4,3% nesse período. Um resultado quase igual ao observado para o País, com crescimento de 4,6%.  Variação acumulada dos últimos 12 meses  O resultado acumulado nos últimos doze meses para o setor de serviços no Estado de São Paulo foi de +4,6% e para as atividades turísticas, de +6,6%.  Variação acumulada no ano  No acumulado de janeiro a agosto, o volume de serviços prestados subiu 4,3%. A média do País foi de +2,6%. Dentro das atividades analisadas pelo IBGE, 4 apresentaram crescimento, enquanto apenas 1 recuou. Os destaques positivos ficaram para o setor de serviços de informação e comunicação (+10,0%) e de serviços profissionais, administrativos e complementares (+6,3%).  Já as atividades turísticas cresceram 5,9% nesse período.  Dentre as 27 unidades federativas (26 Estados e o Distrito Federal), o resultado positivo foi observado em 19 delas. As maiores variações positivas ocorreram no Distrito Federal (+6,4%), no Mato Grosso do Sul (+6,1%), na Paraíba (+5,5%) e em Tocantins (+5,3%), enquanto as maiores variações negativas ocorreram no Rio Grande do Sul (-5,8%), no Acre (-3,2%) e na Bahia e Piauí (-1,1%).  COMPORTAMENTO DA PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM SÃO PAULO: AGO-2025  Em agosto de 2025, a produção industrial no Estado de São Paulo, medida pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou alta de 0,8% ante o mês anterior, considerando a série livre de fatores sazonais. O mesmo resultaldo foi registrado para a produção industrial nacional.  Variação anual  Em relação ao mesmo mês do ano anterior (agosto de 2024), a produção industrial paulista apresentou queda de 2,4%. As indústrias extrativas caíram 10,4%, enquanto a indústria de transformação diminuiu 2,3%.  Dentro da indústria de transformação, os principais resultados positivos ficaram para os setores de fabricação de produtos têxteis (+16,7%) e de fabricação de produtos alimentícios (+3,0%).  Por outro lado, as maiores quedas ficaram para os setores de fabricação de outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores (-22,3%), de fabricação de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-11,0%) e de fabricação de bebidas (-8,9%).  Variação acumulada dos últimos 12 meses  A produção industrial paulista diminuiu 0,8% no acumulado dos últimos 12 meses, em contraste com o crescimento de 1,6% observado para o Brasil.  Variação acumulada no ano  Já no acumulado entre janeiro e agosto, a produção industrial caiu 1,9%. O resultado das indústrias extrativas no período, por sua vez, foi de queda de 14,3%, enquanto a indústria de transformação diminuiu 1,7%.  Dentro dos 24 setores da indústria de transformação, 7 apresentaram crescimento, enquanto 10 recuaram e 7 não tiveram dados disponíveis.  No mesmo período, dentre os 17 estados pesquisados, os maiores resultados positivos para a produção industrial foram observados no Espírito Santo (+6,1%), no Pará (+5,0%), no Paraná (+4,2%) e no Rio de Janeiro (+4,0%). Já os maiores resultados negativos ocorreram no Rio Grande do Norte (-16,3%), em Pernambuco (-7,3%), em Mato Grosso (-6,2%) e no Maranhão (-6,1%).  Expediente CECON Coordenação: Allexandro Emmanuel Mori Coelho, Professor Doutor Equipe Econômica: professores doutores Jobson Monteiro de Souza e Rafael Barišauskas Termo de isenção de responsabilidade: este relatório foi preparado pela equipe integrante do Centro de Estudos em Conjuntura Econômica (CECON) da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), utilizando os melhores esforços dos responsáveis. As informações

Ubatuba marca presença em oficina estadual sobre gestão e economia da saúde – Prefeitura Municipal de Ubatuba

Representantes da Secretaria de Saúde de Ubatuba participaram da Capacitação SIOPS 2025, para se aprofundar no sistema de informações sobre orçamentos públicos em saúde, bem como em novidades sobre o InvestSUS e o DigiSUS Módulo Planejamento Os profissionais permaneceram na capital paulista desde quarta-feira, 1º, até essa sexta-feira, 3, onde, junto com profissionais do segmento de todo o estado puderam atualizar conhecimentos técnicos, alinhar procedimentos e entender mais sobre a importância do correto preenchimento e envio dos dados orçamentários e financeiros da saúde por meio do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS). Durante a capacitação, também foi destacado o papel fundamental da plataforma InvestSUS, ferramenta estratégica do Ministério da Saúde que integra sistemas como SIOPS, SIOPES, e-SUS e outros, promovendo a transparência na gestão e no acompanhamento da execução financeira e orçamentária da saúde pública. “São ferramentas de transparência e planejamento, porém, que só têm significado se a gente conseguir, enquanto município, atender a necessidade da nossa população”, salientou a presidentes do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems), Adriana Martins A primeira mesa deu destaque para a discussão dos problemas do SUS no que diz respeito aos recursos. “Importante para que para que o entendimento do subfinanciamento do sus seja lido a partir de uma reflexão sobre as condições sociais, políticas e econômicas”, comentou o professor da faculdade de Saúde Pública da USP, Áquilas Mendes “Durante o evento, entendemos melhor como podemos utilizar esses recursos modernos e eficazes, como o SIOPS e o InvestSUS, para assegurar que os recursos da Saúde sejam aplicados de forma correta e eficiente”, destacou o agente administrativo que acompanhou o evento, Edmar Valente. Com a alimentação correta de dados, o SIOPS   permite avaliar se os recursos destinados à atenção primária, aos hospitais ou à vigilância epidemiológica estão sendo aplicados de forma adequada e medir os resultados dessas alocações em indicadores de saúde. “Nosso objetivo com a oficina foi justamente chamar atenção para a compreensão do sistema. O que ele representa como ferramenta de gestão, para que os participantes entendam sobre a potencialidade e usem o SIOPS para monitorar essa execução orçamentária e verificar se está atrelado ao que foi planejado”, finalizou a representante do SIOPS/DESID/SECTICS/MS, profa. Carla Emília Costa Cavalcanti.   Principais temas abordados no evento: Novas exigências e atualizações do SIOPS para o exercício de 2025; Boas práticas no registro das despesas com saúde; Prevenção de inconsistências e penalidades por envio incorreto; Utilização integrada do InvestSUS para gestão e monitoramento dos recursos; Importância da contabilidade pública na garantia da aplicação mínima constitucional em saúde. Prefeitura de Ubatuba

Lula e o impacto do populismo: críticas à gestão que ampliou o Estado e afetou a economia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue dividindo opiniões no cenário político brasileiro, especialmente entre os setores que defendem valores conservadores e liberais de direita. Para muitos críticos dessa ala, Lula representa a continuidade de um projeto populista que amplia o tamanho do Estado e interfere na economia de forma prejudicial ao desenvolvimento sustentável do país. Desde sua posse, Lula tem buscado implementar políticas que, segundo seus opositores, elevem os gastos públicos e ampliem o endividamento, gerando insegurança para investidores e sufocando a iniciativa privada. A ampliação da intervenção do governo em setores estratégicos é vista por essa corrente como um retrocesso para a competitividade e para a criação de empregos de qualidade. Além disso, a condução da política externa do presidente é alvo de críticas, pois privilegia alianças com regimes autoritários e países que desafiam valores democráticos e liberais, prejudicando a imagem do Brasil no cenário internacional. Para a direita, a gestão de Lula também não conseguiu afastar os escândalos de corrupção que marcaram seu governo anterior, comprometendo a confiança nas instituições públicas. Os defensores do pensamento conservador reforçam a importância de resgatar a liberdade econômica, fortalecer o setor privado e reduzir o tamanho do Estado como caminhos essenciais para a estabilidade, o crescimento e a ordem social no Brasil. O debate sobre os rumores do país permanece acirrado, com posições firmes de crítica ao modelo de governança adotado por Lula e seus aliados.