Polícia Civil deflagra Operação Primeira Impressão

Polícia Civil deflagra Operação Primeira Impressão contra quadrilha de estelionato no interior de SP A Polícia Civil de São Paulo executou na manhã desta terça-feira (3) a Operação Primeira Impressão, com oito mandados de prisão temporária e 26 de busca e apreensão em cidades do interior paulista, visando desarticular uma organização criminosa acusada de estelionato, receptação e associação criminosa. Seis suspeitos foram presos até o momento, enquanto dois permanecem foragidos, em ação coordenada pelo 4º Distrito Policial de Assis, na região de Presidente Prudente. Detalhes do esquema criminoso Os criminosos utilizavam CNPJs legítimos de terceiros para realizar compras fraudulentas de produtos, pagando apenas uma entrada inicial para simular regularidade e depois interrompendo os pagamentos, bloqueando contatos com as vítimas. Uma empresa de Assis registrou boletim de ocorrência em 27 de janeiro de 2025, sofrendo prejuízo de R$ 90 mil, o que desencadeou as investigações que identificaram dez envolvidos no total. Os produtos adquiridos eram entregues em municípios como Botucatu, Araras e Pirassununga, com o núcleo da quadrilha baseado em Guariba. Cidades alvo e ação policial Os mandados foram cumpridos em Guariba, Motuca, Rincão, Pirassununga, Botucatu, Araras e Hortolândia, mobilizando 48 policiais civis e 14 viaturas. Durante a operação, foram apreendidos dispositivos eletrônicos e materiais relevantes para prosseguir com as apurações, que indicam golpes repetidos contra outras empresas. A Justiça autorizou as medidas devido à continuidade das práticas criminosas, com possibilidade de novas prisões.
Morte do cão Orelha: caso expõe violência juvenil e falhas na proteção animal

A morte do cão Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis (SC), chocou o país e reacendeu o debate sobre maus‑tratos a animais, impunidade e a responsabilização de adolescentes envolvidos em crimes de extrema brutalidade. Orelha, um cachorro comunitário de cerca de 10 anos, foi espancado na cabeça por um grupo de quatro adolescentes no dia 4 de janeiro de 2026, na praia considerada uma das mais nobres da capital catarinense. Ferido gravemente, o animal foi encontrado agonizando por frequentadores do local, levado a uma clínica veterinária e, no dia seguinte, submetido à eutanásia por causa da gravidade dos ferimentos. Laudos periciais confirmam que Orelha sofreu uma lesão contundente na cabeça, compatível com golpes de objeto sem ponta ou lâmina, como pedaço de madeira, garrafa ou outro instrumento contundente. O objeto utilizado na agressão, no entanto, não foi localizado pela Polícia Civil, o que complica a elucidação completa dos detalhes do ataque. A investigação aponta que os quatro adolescentes envolvidos atacaram o animal de forma cruel, sem qualquer motivação aparente além do que parece ser um ato de violência gratuita. Veja também:Alerta: Falsificações de Tirzepatida (Mounjaro) no Brasil Além da morte de Orelha, a polícia apura também uma tentativa de afogamento de outro cão comunitário, chamado Caramelo, na mesma praia. Imagens e relatos de testemunhas indicam que o grupo pegou o animal no colo e o jogou no mar, em uma sequência de ações que reforça o padrão de crueldade e desrespeito à vida. O caso ganhou repercussão nacional e virou símbolo da necessidade de endurecimento das penas por maus‑tratos a animais, bem como de maior fiscalização em áreas públicas frequentadas por jovens. Dois dos adolescentes suspeitos deixaram o Brasil para uma viagem aos Estados Unidos logo após o episódio, o que gerou forte comoção e acusações de tentativa de fuga da responsabilidade. Com apoio da Polícia Federal, a Polícia Civil identificou a antecipação do voo de retorno e cumpriu mandados de busca e apreensão, recolhendo celulares e outros dispositivos eletrônicos para análise de dados. O inquérito corre na Delegacia de Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei da Capital (DEACLE), sob sigilo absoluto previsto pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A investigação também apontou a coação de testemunha por três adultos – dois pais e um tio dos adolescentes – que teriam pressionado um vigilante de condomínio que possuía fotos que poderiam auxiliar no esclarecimento do crime. Esse desdobramento mostra que o caso não se limita à violência direta contra o animal, mas envolve tentativas de obstrução da Justiça e uso de influência familiar para proteger os agressores. Orelha era um cachorro conhecido e querido na comunidade local, símbolo de convivência pacífica entre moradores e animais de rua. Sua morte brutal expõe uma crise de valores entre parte da juventude privilegiada, que parece encarar a vida alheia – inclusive de animais – como algo descartável. O caso também evidencia limites do sistema de responsabilização de adolescentes, já que o ECA impede a divulgação de identidades e muitas vezes é visto como escudo de impunidade, mesmo em crimes de extrema gravidade. Para especialistas em direitos animais, a morte de Orelha deve servir como gatilho para revisão de leis e políticas públicas, incluindo maior rigor em penas por maus‑tratos, programas de educação em escolas e fiscalização mais intensa em praias e espaços públicos. Enquanto isso, o país segue em luto por um cachorro que, em vida, representava a simplicidade e a lealdade que muitos humanos parecem ter perdido. Vale em Ação WhatsApp
Justiça Age Rigorosamente e Cumpre Mandado de Busca contra o Influenciador Hytalo Santos pela Exposição de Menores

A Justiça da Paraíba declarou firmeza na defesa da moralidade e proteção das famílias brasileiras ao autorizar, nesta quarta-feira (13), um mandado de busca e apreensão na residência do influenciador digital Hytalo Santos, investigado por expor menores de idade em conteúdos inapropriados nas redes sociais. A operação foi realizada em um condomínio de alto padrão em João Pessoa, onde uma equipe encontrou uma residência fechada, vazia e com uma máquina de lavar ligada, reduzindo a tentativa de evitar a ação. Conforme decisão assinada pelo juiz Adhailton Lacet Correia Porto, da 1ª Vara da Infância e Juventude, foram apreendidos celulares, computadores, câmeras, pendrives e outros equipamentos usados para gravação e divulgação dos vídeos alvo da investigação. Hytalo deixou o local pouco antes da chegada da polícia, levando diversos equipamentos, o que pode ser interpretado como um obstáculo à Justiça, podendo levar à sua prisão preventiva. O influenciador também bloqueou seus perfis em todas as redes sociais e está proibido de manter qualquer contato com os menores envolvidos. A investigação do Ministério Público da Paraíba está focada em coibir a exposição e exploração de menores, evitando que conteúdos que incentivem a sexualização cheguem precocemente aos jovens brasileiros, prejudicando sua formação moral e ética. Vizinhos já fizeram denúncias de festas com bebidas alcoólicas e presença de menores em situação contida, o que reforça a gravidade dos fatos. Essa ação simboliza a atuação responsável das instituições na defesa dos valores tradicionais e da proteção à infância e juventude, em um momento em que a sociedade brasileira exige rigor contra influenciadores que se aproveitam das plataformas digitais para disseminar conteúdos que atentam contra a família e contra o desenvolvimento saudável dos nossos jovens. Em tempos em que a valorização da família, da moral e dos bons costumes é fundamental para o futuro do país, a Justiça deu um passo firme para barrar essas práticas seguras, garantindo que as leis sejam respeitadas e que a proteção dos cidadãos mais vulneráveis não seja negligenciada.
Polícia Civil do Rio de Janeiro Reprime Roubo de Cargas de Cigarros

Policiais civis do Rio de Janeiro realizam, nesta terça-feira, uma ação para combater o roubo de cargas de cigarros no estado.
Polícia Federal prende três suspeitos do assassinato de Marielle Franco

A Polícia Federal (PF) realiza na manhã deste domingo (24) uma operação contra os suspeitos de serem os mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Ao todo, são três mandados de prisão cumpridos, além de 12 de busca e apreensão, todos no Rio de Janeiro.