Ubatuba marca presença em evento de cruzeiros marítimos em Brasília – Prefeitura Municipal de Ubatuba

Ubatuba participou do encontro nacional sobre cruzeiros marítimos – Fórum CLIA Brasil 2025, que aconteceu na última quarta-feira, 3, na sede da Confederação Nacional de Municípios, em Brasília. A iniciativa reuniu representantes do setor público, privado e entidades ligadas ao Turismo para discutir o futuro da atividade no Brasil, destacando a importância dos cruzeiros como motor de desenvolvimento econômico e social nas cidades costeiras. De acordo com o estudo da Cruise Lines International Association (CLIA) em parceria com a FGV, compartilhado pelo presidente da CLIA, Marco Ferraz, na abertura do evento, a temporada 2024/2025 movimentou cerca de R$ 6 bilhões na economia brasileira, com a geração de mais de 93 mil postos de trabalho. Somente os gastos de cruzeiristas e tripulantes nas cidades de escala e embarque foram responsáveis por aproximadamente R$ 2,47 bilhões. Para Ubatuba, a participação em um evento desse porte é estratégica. O município já integra o panorama do turismo náutico nacional, com alto fluxo de visitantes em passeios de barco, ilhas e atividades aquáticas. Além disso, a cidade tem potencial para atrair investimentos de grande escala. “A expansão do turismo náutico é uma oportunidade para consolidar Ubatuba como destino competitivo, capaz de receber escalas de cruzeiros de forma estruturada, ampliar sua exposição no mercado internacional e fortalecer a economia local”, frisou a prefeita Flavia Pascoal, que esteve presente no evento. “Participar de uma visita ao Fórum CLIA Brasil oferece visão privilegiada sobre tendências, desafios e oportunidades do setor náutico no país. É uma excelente oportunidade para conectar o turismo local às grandes discussões políticas, comerciais e ambientais que moldam o futuro do setor. Estamos buscando parceria público-privada para desenvolver um estudo de construção de um novo píer e, ainda, em tratativas com o governo estadual para analisar a possibilidade de reforma do píer público do Saco da Ribeira, intenção que já foi manifestada ao secretário de Turismo, Roberto de Lucena”, complementou a secretária adjunta de Turismo de Ubatuba, Alendri Marconi, que também esteve presente no Fórum. Prefeitura de Ubatuba
BC rejeita compra do Master pelo Banco de Brasília (BRB)

O Banco Central decidiu rejeitar a compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB), que estava em análise pela instituição desde março e era a última etapa regulatória necessária para que a operação fosse adiante. A decisão sobre o veto foi informada na noite desta quarta-feira (3), em comunicado de fato relevante do BRB aos investidores. O BC ainda não se pronunciou oficialmente. Há pouco mais de 10 dias, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, havia sancionado uma lei distrital, aprovada pela Câmara Legislativa do DF (CLDF), por exigência judicial, para autorizar o BRB a adquirir 49% das ações ordinárias e 100% das ações preferenciais do capital social do Banco Master S.A.. O objetivo seria ampliar a presença do BRB no mercado e fortalecer sua atuação no setor financeiro. “O BRB – Banco de Brasília S.A. (“BRB”; B3: BSLI3 e BSLI4) comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que foi informado pelo Banco Central (“Bacen”) sobre o indeferimento do requerimento protocolado em 28 de março de 2025, referente à aquisição de 49% das ações ordinárias e 100% das ações preferenciais do Banco Master S.A. (“Banco Master”). O BRB apresentou solicitação de acesso à íntegra da decisão, com o objetivo de avaliar seus fundamentos e examinar as alternativas cabíveis”, informou o BRB, em comunicado. “O BRB reitera seu posicionamento de que a transação representa uma oportunidade estratégica com potencial de geração de valor para o BRB, seus clientes, o Distrito Federal e o Sistema Financeiro Nacional e manterá seus acionistas e o mercado informados sobre eventuais desdobramentos relevantes, nos termos da legislação e da regulamentação aplicáveis”, completou. Desde o anúncio do negócio, há seis meses, as ações do BRB valorizaram cerca de 23% na Bolsa de Valores (B3). Negócio polêmico Também desde que o BRB anunciou a intenção de comprar o Banco Master, pelo valor de R$ 2 bilhões, o negócio foi considerado polêmico. Isso porque o Master tem uma política considerada agressiva pelo mercado para captar recursos, oferecendo rendimentos de até 140% do Certificado de Depósito Bancário (CDI) a quem compra papéis da instituição financeira, bastante superiores às taxas médias para bancos pequenos, em torno de 110% a 120% do CDI. Sem ter publicado o balanço de dezembro do ano passado, o Master enfrenta a desconfiança do mercado financeiro. Recentemente, a instituição financeira tentou uma emissão de títulos em dólares, mas não conseguiu captar recursos. Operações do banco com precatórios, títulos de dívidas de governos com sentença judicial definitiva também aumentaram dúvidas sobre a situação financeira da instituição. Recentemente, o BTG Pactual ofereceu apenas R$ 1 para assumir o controle do Master e assumir o passivo da instituição financeira. As dívidas seriam cobertas com recursos do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), fundo que cobre investimentos de até R$ 250 mil por pessoa física ou pessoa jurídica em cada instituição financeira. No entanto, a falta de acordo entre os bancos que aportam recursos no FGC impediu o negócio de ir adiante. Economia Gov BR
Estoque de sangue O negativo está crítico em hemocentro de Brasília

O estoque de sangue tipo O negativo está crítico na Fundação Hemocentro de Brasília. O tipo sanguíneo é considerado doador universal, já que pode ser usado em qualquer paciente, em emergências, transfusões neonatais e cirurgias de alto risco. De acordo com o hemocentro, doadores com tipo sanguíneo O negativo não precisam agendar horário e têm senha preferencial até o próximo dia 10. Para doar sangue, é preciso ter entre 16 e 69 anos de idade. Menores de 18 anos devem apresentar formulário de autorização e cópia do documento de identidade com foto do pai, da mãe ou do tutor/guardião. Já os idosos devem ter realizado pelo menos uma doação de sangue antes dos 61 anos. Além disso, todos os doadores devem pesar mais de 51 quilos e ter índice de massa corporal (IMC) maior ou igual a 18,5. O uso de alguns medicamentos, segundo o hemocentro, podem impedir a doação. A lista completa pode ser conferida no site da instituição. Também é preciso dormir pelo menos seis horas, com qualidade, na noite anterior à doação; não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas anteriores à doação; e não fumar duas horas antes da doação. Fonte
Brasil Soberano será tema do desfile de 7 de setembro em Brasília

Brasil Soberano será o tema central do desfile cívico-militar de 7 de setembro, em Brasília, no próximo domingo (7). O evento começa às 9h na Esplanada dos Ministérios e contará com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de ministros e outras autoridades. A soberania do país será destacada por meio de três eixos temáticos, dois deles intitulados Brasil dos Brasileiros e Brasil do Futuro. Um terceiro eixo trata da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), a ser realizada em Belém, em novembro, e do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Além disso, há a programação tradicional das tropas das Forças Armadas, como os desfiles motorizado e da cavalaria, a apresentação da pirâmide humana e da Esquadrilha da Fumaça e honras militares. Brasil Soberano também é o nome do plano lançado pelo governo federal para amparar empresas que tenham prejuízo com as recentes medidas anunciadas pelos Estados Unidos, de taxar em 50% as exportações brasileiras. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Para o desfile de 7 de Setembro, o público poderá acessar as arquibancadas na Esplanada dos Ministérios a partir das 6h30, com pontos de revista instalados. Estão proibidos itens como armas, objetos cortantes, substâncias inflamáveis, recipientes de vidro, fogos de artifício, mochilas de grande porte, barracas e drones sem autorização. A segurança já está reforçada na região em razão do julgamento, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros réus, por tentativa de golpe de Estado. Para o desfile, o trânsito de carros será interditado na tarde do sábado (6). O Comando Móvel da Polícia Militar do Distrito Federal estará presente no local, no domingo. Politica
Cena Contemporânea apresenta mais de 30 espetáculos em Brasília

O Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília – completa 30 anos com uma edição especial que começa nesta terça-feira, na capital federal. O festival chega a vários espaços da cidade com mais de 30 espetáculos. O curador do festival, Guilherme Reis, conta que na programação tem peças da Argentina e do Chile, e espetáculos do Rio Grande do Norte, do eixo Rio-São Paulo, além de produções brasilienses. Os palcos do Cena Contemporânea em 2025 vão ser atravessados por questões que refletem o cenário atual de um mundo em convulsão. Os artistas questionam, através do teatro, o preconceito racial, os desmandos políticos e a desigualdade social. O o curador do cena contemporânea afirma ser livre para criar novas possibilidades, é o que o teatro brasileiro proporciona. O festival acontece com preços populares até 07 de setembro em vários espaços culturais de Brasília. A programação completa está no site: cenacontemporanea.com.br Cultura
Rito do julgamento de Bolsonaro e aliados no STF deve durar cinco dias

O Supremo Tribunal Federal (STF) definiu nesta sexta-feira (15) as datas do julgamento que pode condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados pela trama golpista ocorrida para tentar reverter o resultado das eleições de 2022. As sessões foram marcadas para os dias 2, 3, 9, 10 e 12 de setembro. A ação penal que trata do caso se refere ao núcleo crucial da trama e será julgada pela Primeira Turma da Corte. O colegiado é responsável pela análise do caso porque o ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, pertence à Primeira Turma. São réus do núcleo crucial da trama golpista: Todos os réus respondem no Supremo pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado. A exceção é o caso do ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem, que, atualmente, é deputado federal. Ele foi beneficiado com a suspensão de parte das acusações e responde somente a três dos cinco crimes. A regra está prevista na Constituição. Rito No dia 2 de setembro, às 9h, primeiro dia de julgamento, a sessão será aberta pelo presidente da Primeira Turma, ministro Cristiano Zanin. Em seguida, o ministro dará a palavra a Alexandre de Moraes, que fará a leitura do relatório. Após a leitura do documento, Zanin passará a palavra para a acusação e as defesas dos réus. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, será responsável pela acusação. Ele terá a palavra pelo prazo de até uma hora para defender a condenação dos réus. Depois da PGR, os advogados dos réus serão convidados a subir à tribuna para as sustentações orais em favor dos réus. Eles também terão prazo de até uma hora para suas considerações. O primeiro a votar será Alexandre de Moraes, relator da ação penal. Depois dele, os demais integrantes da turma vão proferir seus votos na seguinte sequência: Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. A condenação ou absolvição ocorrerá com o voto da maioria de três dos cinco ministros da turma. Um pedido de vista do processo não está descartado. Pelo regimento interno, qualquer integrante da Corte pode pedir mais tempo para analisar o caso e suspender o julgamento. Contudo, o processo deve ser devolvido para julgamento em 90 dias. Prisão A eventual prisão dos réus que forem condenados não vai ocorrer de forma automática e só poderá ser efetivada após julgamento dos recursos contra a condenação. Em caso de condenação, os réus não devem ficar em presídios comuns. Oficiais do Exército têm direito à prisão especial, de acordo com o Código de Processo Penal (CPP). O núcleo 1 tem cinco militares do Exército, um da Marinha e dois delegados da Polícia Federal, que também podem ser beneficiados pela restrição. Repórter da Agência Brasil
Lula Anuncia Linha de Crédito de R$ 30 Bilhões para Empresas Afetadas pelo Tarifaço – Mas Quem Vai Pagar Essa Conta?

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou recentemente uma medida provisória que libera uma linha de crédito de R$ 30 bilhões para ajudar os exportadores brasileiros afetados pelo tarifaço unilateral de até 50% imposto pelos Estados Unidos sobre produtos nacionais. A intenção do governo é mitigar os prejuízos, especialmente de pequenas e médias empresas que exportam alimentos perecíveis, frutas, mel, máquinas e outros itens, além de buscar ampliar mercados alternativos e preservar recursos. Embora a iniciativa pareça um socorro emergencial aos setores produtivos, a pergunta que fica é: quem vai pagar essa conta? Afinal, recursos dessa magnitude não saem do nada. O dinheiro anunciado pelo governo virá do Fundo de Garantia à Exportação (FGE), um superávit financeiro acumulado em 2024, que será usado como funding para concessão dessa linha de crédito com taxas acessíveis. No entanto, essa gordura financeira é produto da sociedade, ou seja, dos contribuintes brasileiros, que acabarão arcando com essa despesa. Essa política de crédito é financiada com dinheiro público, extraída dos cofres do Estado, e significa que o custo final do “socorro” recairá sobre os brasileiros, seja via impostos, alienação pública ou redução de investimentos essenciais em outras áreas. Ou seja, Lula usa os recursos do próprio país para compensar prejuízos resultantes de uma guerra comercial imposta externamente, sem apresentar soluções estruturais para diminuir a dependência do mercado americano. Além disso, a medida amplia a intervenção estatal na economia, favorecendo a manutenção de que pode ser menos competitiva em razão de uma visão ideológica de proteção exacerbada, enquanto quem trabalha e produz no Brasil paga a conta por essa política. O governo estima que o plano será o “começo” e que poderá ser ampliado no futuro, o que indica que a farra com o dinheiro público pode continuar aumentando. Criticamente, esse tipo de ajuda não fomenta a inovação ou o fortalecimento real da competitividade no mercado global. Pelo contrário, mantém setores dependentes de crédito fácil e política de subsídios, com risco de aumentar o déficit público e a inflação, algo que pesa no bolso do cidadão comum. Portanto, ao anunciar esse pacote bilionário, Lula celebra ações de curto prazo para visibilidade política, enquanto a conta, mais cedo ou mais tarde, será paga pela população brasileira, que não deve se iludir com o discurso de proteção aos trabalhadores sem considerar o impacto fiscal e econômico dessas medidas.
O Brasil é capaz de ser líder ambiental? E a política, deixa?

Bill Gates recentemente destacou o Brasil como um país com potencial para assumir uma liderança global nas questões climáticas, ressaltando que o país já tem feito avanços importantes em mitigação de emissões e inovação, especialmente na agricultura com a Embrapa, que ele chamou de “uma força do país”. Essa declaração vem em um momento crucial, com a COP30 marcada para novembro de 2025 em Belém, evento que Gates considera um possível marco para o Brasil em termos de mitigação e adaptação climática. Mas será que o Brasil realmente tem condições concretas para assumir esse protagonismo? E, mais importante, será que nossos políticos têm a capacidade de interpretar e agir conforme essa realidade? O potencial brasileiro: Agricultura, energia limpa e inovação Bill Gates destaca que o Brasil já tem iniciativas pioneiras, como o combate à desnutrição e a produção de aço com energia limpa, citando inclusive o investimento em tecnologias para produzir “aço verde” no país. Essa visão aponta para um Brasil que pode aliar sua vasta riqueza natural a tecnologias inovadoras para reduzir o impacto ambiental. A Embrapa, por exemplo, é um símbolo dessa inovação verde, sendo reconhecida internacionalmente por desenvolver soluções sustentáveis para a agricultura, que é um dos pilares da economia brasileira. A inteligência artificial, segundo Gates, também pode impulsionar ainda mais esses avanços, trazendo eficiência e sustentabilidade para o campo e para a indústria. O grande obstáculo: A política nacional Porém, Gates não deixa de alertar para o que talvez seja o maior desafio brasileiro: a polarização política e a falta de consenso sobre a preservação ambiental. Ele compara o Brasil aos Estados Unidos, onde há um lado que defende a destruição da Amazônia e outro que luta pela sua proteção. Essa divisão torna difícil a criação e implementação de políticas públicas eficazes e estáveis. A questão é: como esperar que o Brasil se torne uma liderança climática global se o debate político interno ainda é marcado por interesses conflitantes, que muitas vezes colocam o desenvolvimento econômico imediato acima da sustentabilidade? A destruição da floresta amazônica, que é um dos maiores patrimônios naturais do planeta, exige políticas públicas firmes e contínuas, mas o cenário político brasileiro é instável e fragmentado, dificultando essa continuidade. O desafio da governança e a oportunidade da COP30 A COP30 em Belém representa uma oportunidade única para o Brasil mostrar ao mundo que pode ser protagonista na agenda climática. Gates acredita que o evento será um marco importante para o país e para o mundo, tanto na mitigação quanto na adaptação às mudanças climáticas. Mas será que nossos governantes conseguirão aproveitar essa chance? Será que o Brasil vai conseguir se posicionar como um país ocidental, com compromisso real e consistente com o meio ambiente, como sugeriu Arminio Fraga, outro nome que tem refletido sobre o papel brasileiro no cenário global? Entre o potencial e a realidade O Brasil tem tudo para ser um exemplo mundial em sustentabilidade: recursos naturais abundantes, centros de pesquisa como a Embrapa, avanços tecnológicos e uma crescente consciência ambiental em parte da sociedade. No entanto, o que parece travar esse potencial é justamente a incapacidade política de fazer uma leitura clara e estratégica dessa realidade. Será que nossos políticos conseguem enxergar além do curto prazo e das disputas ideológicas para abraçar um projeto de país que une desenvolvimento econômico e preservação ambiental? Ou continuaremos a ver o Brasil como uma “história mista”, com avanços e retrocessos que dependem do partido que está no poder? A resposta a essas perguntas vai definir se o Brasil será apenas mais um país com potencial desperdiçado ou se realmente assumirá o protagonismo climático que Bill Gates vislumbra. A COP30 pode ser o momento de virar esse jogo, mas para isso é preciso mais do que tecnologia e recursos: é preciso coragem política e visão de futuro.
Pindamonhangaba realiza audiência pública da Cruzada pela Anistia na Câmara Municipal

A pedido das famílias judicialmente prejudicadas pelos eventos ocorridos em 8 de janeiro de 2023, em Brasília, Dr. Cláudio Luiz Caetano está à frente da elaboração de um projeto de anistia que visa beneficiar os envolvidos. O movimento em prol da democracia busca garantir direitos e promover a reconciliação após os episódios que marcaram aquele dia. Acompanhe o video. O projeto de anistia surge em meio a debates intensos sobre os desdobramentos legais dos atos que resultaram em invasões e depredações das sedes dos Três Poderes. Enquanto o Ministério Público Federal e o Supremo Tribunal Federal seguem com processos e condenações, a iniciativa liderada por Dr. Caetano pretende abrir espaço para o diálogo e a busca por soluções que contemplem as famílias afetadas judicialmente. O movimento destaca a importância de preservar a democracia, ao mesmo tempo em que busca reparar os danos causados às pessoas diretamente impactadas pelas decisões judiciais decorrentes dos acontecimentos de 8 de janeiro.
Tratamento rápido de doenças identificadas no “teste do pezinho”

Comissão aprova regras para garantir tratamento rápido de doenças identificadas no “teste do pezinho” Gestores de saúde poderão usar telemedicina para acelerar o tratamento; a Câmara dos Deputados continua analisando a proposta Compartilhe Versão para impressão Bruno Spada/Câmara dos Deputados Ismael Alexandrino: teste do pezinho requer uma lógica complexa A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou regras para garantir tratamento rápido de doenças identificadas no “teste do pezinho”, como é conhecida a triagem neonatal. Conforme a proposta, os gestores de saúde serão obrigados a agir rapidamente em casos de suspeita de doenças que, se não tratadas rapidamente, podem causar sequelas físicas ou neurológicas irreversíveis. Nesses casos, o SUS deverá: • comunicar imediatamente a família;• garantir uma avaliação médica o mais rápido possível, preferencialmente em até três dias corridos — podendo usar recursos de telemedicina; e• disponibilizar imediatamente o tratamento indicado, desde que esteja previsto nos protocolos clínicos e nas listas de medicamentos essenciais do SUS. “A previsão de uma avaliação médica e a disponibilização imediata do tratamento necessário são passos fundamentais para assegurar que as doenças diagnosticadas sejam tratadas prontamente, minimizando os riscos de sequelas para os recém-nascidos”, afirmou o relator da proposta, deputado Dr. Ismael Alexandrino (PSD-GO). Alexandrino é o autor do texto aprovado – o substitutivo para o Projeto de Lei 950/22, do deputado Diego Garcia (Republicanos-PR). AprimoramentoA proposta visa aprimorar o Programa Nacional de Triagem Neonatal. “O teste do pezinho, que faz parte do Programa Nacional de Triagem Neonatal, é um procedimento simples, mas que requer uma logística complexa para garantir que todos os recém-nascidos tenham acesso a ele e que os resultados sejam tratados com a devida celeridade e precisão”, explicou Alexandrino. O texto aprovado obriga os laboratórios a notificar imediatamente os gestores do SUS sempre que o exame apresentar resultados positivos ou inconclusivos. Se houver necessidade de repetir o teste, a família poderá fazer o procedimento sem agendar. Penalização de gestoresO relator retirou da proposta o trecho que atribuía aos gestores do SUS a responsabilidade pela realização do teste e a possibilidade de puní-los com detenção se os testes não forem realizados. Ex-secretário estadual de Saúde, Ismael Alexandrino ponderou que o SUS é complexo e depende de recursos, logística de materiais e coordenação transversal. Por isso, punir os gestores por eventuais falhas sistemáticas seria uma medida excessiva e ineficaz. “Dificuldades logísticas, como a distribuição de insumos, treinamento de profissionais e comunicação entre unidades de saúde e laboratórios ainda representam desafios significativos”, afirmou o relator. “Penalizar criminalmente os gestores sem considerar esses desafios pode resultar em injustiças e não abordar adequadamente as causas subjacentes dos problemas enfrentados”, disse. TramitaçãoA proposta segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e depois para o Plenário da Câmara. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias



