CPMI do INSS aprovou nesta quinta (26/02/2026) quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha) em votação de 87 requerimentos. Suspeita envolve repasses do “Careca do INSS” via empresária Roberta Luchsinger. (156 caracteres)
Brasília, DF – A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS aprovou nesta quinta-feira (26) a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão ocorreu durante votação em bloco de 87 requerimentos sobre fraudes em descontos indevidos de benefícios previdenciários.
O requerimento, apresentado pelo relator deputado Alfredo Gaspar (União-AL), abrange extratos bancários, movimentações financeiras, declarações de Imposto de Renda e contratos de Lulinha entre 2022 e 2026. A sessão registrou sete votos contrários da base governista e confusões com interrupção da transmissão ao vivo.
Quebra de sigilo bancário de Lulinha e contexto da investigação parlamentar
Fábio Luís – Lulinha aparece mencionado em mensagens interceptadas como possível destinatário de repasses mensais de R$ 300 mil. Ex-funcionário Edson Claro relatou à Polícia Federal que valores passavam pela empresária Roberta Luchsinger com referência a “mesada para o filho do rapaz”. Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, atua como intermediário nos desvios de aposentadorias e pensões.
A CPMI apura esquema que movimentou bilhões em descontos não autorizados. Relator justifica quebra de sigilos como “imperativo técnico” para rastrear fluxos financeiros suspeitos.

Detalhes da votação e requerimentos aprovados
Pacote incluiu quebra de sigilo do Banco Master e convocação do ex-CEO Augusto Ferreira Lima. Sessão marcada por protestos da base aliada gerou agressões verbais entre deputados. Transmissão oficial interrompeu durante momentos de maior tensão.
Votação simbólica aprovou bloco de 87 pedidos de informação e quebra de sigilos. Medidas atingem empresas e pessoas ligadas ao esquema fraudulento no INSS.
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Declarações e posicionamentos públicos
O presidente Lula afirmou que Lulinha “deverá pagar o preço” caso comprovadas irregularidades. Defesa do empresário nega qualquer relação com fraudes previdenciárias ou recebimento de valores ilícitos.
Frei Chico, irmão do presidente, também aparece citado por aumento de repasses ao Sindnapi. Histórico inclui quebras de sigilo da família na Lava Jato entre 2015 e 2016.
Histórico das fraudes no INSS
CPMI investiga descontos indevidos em aposentadorias desde 2025. Esquema envolve associações, call centers e servidores públicos liberando mensalidades não autorizadas. Relatórios estimam prejuízo superior a R$ 10 bilhões.
Banco Master figura entre instituições com movimentações suspeitas. Ex-CEO convocado para prestar esclarecimentos sobre operações atípicas registradas no período.
Procedimentos legislativos posteriores
A quebra de sigilo bancário seguem para execução pela Receita Federal e Coaf. Relatórios financeiros cruzam dados com investigações da Polícia Federal em curso. CPMI mantém sessões semanais para análise de documentos.
Convocações aprovadas incluem depoimentos de operadores financeiros e dirigentes associativos. Prazo final da comissão expira em junho de 2026.
Parlamentares da oposição celebram avanço investigativo. Base governista questiona legalidade da votação simbólica em bloco.
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