Novembro de 2025 trouxe um cenário econômico misto para o Brasil, com superávit comercial inicial de US$ 2,5 bilhões na segunda semana, impulsionado pelo setor agropecuário que cresce 34,3% e sustenta as exportações apesar dos riscos globais como as tarifas de Trump. O governo revisou a projeção de PIB para 2,2% em 2025 (de 2,3%), refletindo juros altos da Selic que freiam consumo e investimentos, com desaceleração para 1,5-1,78% em 2026 segundo Focus e Boletim Macrofiscal. A prévia do IPCA subiu 0,20% (acima dos 0,18% esperados), com acumulado de 4,50% em 12 meses dentro da meta de 3%±1,5%, relativo a serviços (+0,66%), despesas pessoais (+0,85% por hospedagem e pacotes turísticos) e transportes (+0,22% com passagens aéreas +11,87%). No entanto, os rompimentos vieram de energia elétrica (-0,38%, apesar da bandeira vermelha) e de combustíveis (-0,46%).
O mercado financeiro foi ajustado especificamente: inflação para 4,55% em 2025 (abaixo da tolerância da meta), dólar em R$ 5,41 no fim do ano e Selic em 15%. O Ibovespa caiu 1,9% na semana por volatilidade externa, mas a confiança na construção subiu ao maior nível desde julho (92,9 pontos). Pobreza e desigualdade atingiram mínimos em 30 anos graças ao Bolsa Família expandido, embora pesquisadores do Ipea alertem que a continuidade depende do mercado de trabalho formal. Desemprego em 5,7% (menor desde 2012), formalização acima de 59% e mudança real +4% mostram resiliência do setor privado.
Cotidiano Vibrante e Eventos Marcantes
Na vida cotidiana, os brasileiros comemoraram feriados como Proclamação da República (15/11) e Consciência Negra (20/11), com rodeios como Taubaté Expo atraindo 20 mil pessoas apesar de acidentes. A COP30 em Belém (21/10/11) reuniu líderes mundiais na Amazônia pela primeira vez, debatendo o clima sem compromissos radicais. Shows agitados: Lauana Prado em Raiz, Linkin Park em São Paulo, Festival Novabrasil 25 anos com Seu Jorge e Alceu Valença, além do RD Summit para empreendedores. Processos judiciais contra Bolsonaro e visita de Flávio ao ex-presidente aqueceram debates políticos, enquanto loterias como Mega-Sena e Timemania animaram apostas patrióticas.
Perspectivas conservadoras apontam reformas fiscais urgentes para desburocratizar e atrair investimentos privados, evitando mais intervencionismo estatal. O agro e o trabalho formal provam que o Brasil cresce quando o governo interfere menos. Projeções indicam retomada em 2026 com Selic mais baixa






