Durante a operação militar de 3 de janeiro de 2026 na Venezuela, os Estados Unidos usaram guerra eletrônica avançada para paralisar comunicações das FANB, visando antenas em montanhas de Caracas e radares em La Guaira. Aeronaves EA-18G Growler, baseadas em Porto Rico, emitiram jamming AN/ALQ-99 em faixas VHF/UHF/GPS, criando “bolhas de silêncio” de 400 km, enquanto drones MQ-9 Reaper de Ceiba forneceram suporte com mísseis Hellfire e interferência cibernética.
Desde dezembro 2025, porta-aviões USS Gerald R. Ford posicionado no Caribe bloqueou comunicações navais, evoluindo para ataques em dezembro com drones Reaper contra portos como Maracaibo, ligados ao Cartel de los Soles. No dia 3, Growlers neutralizaram defesas aéreas, permitindo bombardeios B-52 e captura de Maduro. Ex-agentes CIA confirmam: “Drones circulam alto, Growlers cegam radares”.
Sem rádio ou satélite, comandos em Forte Tiuna e Aragua ficaram isolados, facilitando incursões SEALs. Delcy Rodríguez denunciou “apagão assimétrico”; Padrino López admitiu caos em comunicações. Bloqueio naval prévio agravou, com sanções dobradas em 2025 (recompensa US$50 mi por Maduro).
Pentágono confirmou Growlers/Reapers em coletiva de Trump; imagens satélite da BBC validam sobrevoos. Tática similar à Síria 2019 (cegando S-400 russos) e Iraque 2003. Lula condenou como violação soberana.
Operação expõe vulnerabilidades de radares venezuelanos (chineses/russos). EUA visam enfraquecer chavismo via narcotráfico, com bloqueios aéreos/navais persistindo.





