EUA Executam Ataque à Venezuela e Capturam Nicolás Maduro em Operação Chocante

Na madrugada de 3 de janeiro de 2026, forças especiais dos Estados Unidos lançaram um ataque militar surpresa contra a Venezuela, culminando na captura do presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. A operação, anunciada pelo presidente Donald Trump, atingiu alvos estratégicos em Caracas, incluindo o Forte Tiuna e a base aérea de La Carlota, gerando explosões intensas e blecautes generalizados na capital. Moradores relataram pânico nas ruas, com sirenes ecoando e aeronaves voando em baixa altitude.

O Pentágono confirmou o uso de drones e mísseis de precisão para neutralizar defesas antiaéreas venezuelanas em regiões como Miranda, Aragua e La Guaira. Maduro foi detido em seu bunker presidencial e transferido por via aérea para território americano, sob acusação de tráfico de drogas e financiamento de cartéis. Trump dobrou a recompensa por sua cabeça para US$ 50 milhões em agosto de 2025, escalando tensões que explodiram agora. O governo chavista decretou estado de emergência nacional, alegando ataques a civis e infraestrutura petrolífera, vital para a economia do país.

No Brasil, o presidente Lula convocou reunião de emergência no Palácio do Planalto, condenando a “agressão imperialista” e propondo mediação via ONU. A Colômbia fechou fronteiras e Cuba mobilizou tropas, temendo contágio regional. Javier Milei, presidente argentino, comemorou nas redes sociais, chamando Maduro de “tirano capturado”, enquanto a Espanha pediu moderação. Analistas apontam que o petróleo venezuelano motivou a ação, com os EUA visando controlar reservas estimadas em 300 bilhões de barris. Explosões em Caracas deixaram pelo menos 12 mortos e 50 feridos, segundo fontes locais.

Desde 2019, sanções americanas sufocaram a economia venezuelana, com hiperinflação e êxodo de milhões. Trump, reeleito em 2024, prometeu “limpar o Caribe de narcoditadores”. A captura de Maduro pode desestabilizar o chavismo, abrindo caminho para eleições supervisionadas pelos EUA. No Vale do Paraíba, onde notícias internacionais ecoam via portais locais, o evento domina debates em Pindamonhangaba e Taubaté. Especialistas preveem alta no preço do petróleo e migração em massa para o Brasil.

A ONU marcou sessão extraordinária para domingo, com Venezuela invocando legítima defesa. Mercados financeiros reagem com dólar em alta e bolsas em queda. No Brasil, reflexos incluem possível aumento na gasolina e tensão na fronteira Roraima. A operação reforça a doutrina Trump de intervenções unilaterais, alterando o equilíbrio na América Latina

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