A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), conhecida por suas posições radicais de gênero, afirmou em 30 de março de 2026 que a biologia não deve ser o critério exclusivo para definir o que é ser mulher, durante entrevista à TV Cultura.
A declaração ocorre em contexto de sua presidência na Comissão de Direitos da Mulher na Câmara, cargo questionado por críticos que defendem critérios biológicos claros para representatividade feminina.
Erika Hilton Minimiza Biologia
Detalhes da Posição de Hilton
Segundo a parlamentar, embora fatores como útero e menstruação façam parte da equação, limitá-los como únicos definidores ignora “outras dimensões da experiência humana”, como vivências sociais e culturais. Hilton citou exemplos de mulheres cis sem capacidade reprodutiva (histerectomia, menopausa) para justificar inclusão de identidades trans, ecoando debates anteriores com o apresentador Ratinho, que a chamou de “homem
Erika Hilton Minimiza Biologiabiológico”.
Acusação de Transfobia e Polêmica Atual
Hilton acusou uma “crescente normalização da transfobia” em imprensa, Câmara e sociedade, reagindo a críticas conservadoras que veem sua visão como erosão dos direitos exclusivos das mulheres biológicas. A fala viralizou em redes, com posts como “Eu sou mulher e Erika não me representa” (Monica Salgado, Rosangela Moro), dividindo o feminismo entre essencialista e interseccional.
Erika Hilton Minimiza Biologia
Contexto Político e Críticas Direitistas
- Histórico: Hilton processou Ratinho por R$10 mi por transfobia em março 2026, após ele sustentar que “mulher tem útero”.
- Reação da direita: Vozes como Folha de Curitiba e perfis conservadores rotulam a fala como “negação da biologia real”, temendo impacto em políticas de cotas femininas e esportes.
- Defesa progressista: Apoiadores elogiam ampliação da luta feminina para além do corpo.
| Posição | Argumento Principal |
|---|---|
| Hilton (esquerda) | Mulher é plural: social > biológico |
| Críticos (direita) | Biologia define sexo real; inclusão dilui direitos cis |
A polêmica reforça clivagem ideológica, com Hilton usando o cargo para avançar agenda de gênero fluido.
Erika Hilton Minimiza Biologia
Veja também: Votação da CPI do INSS: como cada parlamentar se posicionou na rejeição do relatório




