A Secretaria de Saúde, por meio da equipe de Controle de Vetores, segue realizando, neste mês de janeiro, a Avaliação de Densidade Larvária (ADL) em bairros da área urbana de Pindamonhangaba. A ação tem como objetivo identificar os locais com maior infestação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e da chikungunya, além de mapear os principais criadouros encontrados durante as inspeções.
A ADL permite direcionar as estratégias de combate de forma mais eficiente, apontando os bairros com maior índice larvário e os recipientes que mais contribuem para a proliferação do mosquito. A partir desses dados, as equipes intensificam as ações de Bloqueio de Controle de Criadouros, com eliminação de focos, manejo ambiental e orientações aos moradores.
Além das inspeções, o município também realiza nebulização nos locais com casos confirmados de dengue e chikungunya, reforçando o enfrentamento às doenças e reduzindo a circulação viral nas áreas afetadas.
Nesta semana, a atenção das equipes está ampliada para os bairros Araretama e Mombaça, além do Jardim Regina, que registra casos positivos de dengue e chikungunya, e das regiões da Vila São José e Pasin, onde o trabalho ocorre de forma intensificada com visitas domiciliares e ações preventivas contínuas.
De acordo com o coordenador do Setor de Controle de Vetores, Ricardo Costa Manso, a atuação integrada entre poder público e população é fundamental para o controle das arboviroses. “A Avaliação de Densidade Larvária nos permite agir com mais precisão, concentrando esforços nos bairros e criadouros com maior risco. Mas a eficácia dessas ações depende diretamente da colaboração da população, principalmente na eliminação de focos dentro das residências, onde o mosquito mais se prolifera”, destacou.
O Controle de Vetores reforça que atitudes simples, como eliminar recipientes que acumulam água, manter caixas-d’água bem vedadas e cuidar da limpeza de quintais e áreas externas, são decisivas para evitar a proliferação do mosquito e proteger a saúde da população.




