Porto Alegre confirmou hoje (18/02/2026) o primeiro caso do ano de infecção pelo vírus Mpox. A identidade e o estado de saúde do paciente ainda não foram divulgados, mas a notícia chega logo após o fim do Carnaval, reacendendo alertas de saúde pública.
A Vigilância Epidemiológica municipal identificou o morador local que contraiu o vírus provavelmente durante viagens ou aglomerações recentes. Em 2025, Porto Alegre registrou 11 casos, parte dos 21 no Rio Grande do Sul, sem óbitos graves reportados.
Mpox, antes conhecido como varíola dos macacos, transmite por contato próximo, secreções ou superfícies contaminadas. Sintomas incluem febre alta, erupções na pele, ínguas e cansaço extremo, surgindo entre 5 e 21 dias após exposição.
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Com o Carnaval recém-encerrado, autoridades temem contágios em blocos e festas lotadas. O período de incubação coincide com o timing atual, justificando monitoramento intensivo em Porto Alegre, epicentro gaúcho de casos anteriores.
O Brasil viu milhares de infecções em 2022-2024, mas 2026 começou calmo até este alerta. Cepas como clado IIb predominam localmente, menos letais que a Ib vista em São Paulo recentemente.
O estado teve surtos leves em 2024-2025, concentrados na capital e Pelotas. O SUS oferece vacina Imvanex para profissionais de saúde e contatos próximos, além de testes rápidos em UBS e UPAs.
Medidas simples: lave mãos, evite contato com lesões, isole-se ao menor sinal. Antivirais como tecovirimat estão disponíveis para casos graves.
| Sintoma Comum | Duração Média | Ação Imediata |
|---|---|---|
| Febre e calafrios | 1-3 dias | Procure UBS |
| Bolhas na pele | 2-4 semanas | Isolamento total |
| Ínguas inchadas | Até 10 dias | Não compartilhe objetos |
| Dor muscular | Variável | Hidrate-se e descanse |
Primeiro caso de Mpox em Porto Alegre
Prefeito Bruno Bushatsky reforça testagem em drive-thrus e monitoramento domiciliar. Secretaria de Saúde pede notificação imediata de sintomas pós-festas. Ministério da Saúde ativa Centro de Operações de Emergência nacionalmente.
Nenhum surto endêmico confirmado, mas vigilância segue alta. Populações vulneráveis – imunossuprimidos e viajantes – devem redobrar cuidados.
Porto Alegre reage com agilidade, priorizando contenção local. Fique atento aos canais oficiais e proteja-se!



