O presidente Donald Trump, cumprindo sua promessa de segurança nacional, declarou o espaço aéreo sobre e ao redor da Venezuela “totalmente fechado”, alertando companhias aéreas, pilotos e criminosos como traficantes de drogas e pessoas a evitarem a zona de risco. Essa medida decisiva responde ao Cartel de los Soles, organização narcoterrorista liderada pelo ilegítimo Nicolás Maduro, com os EUA posicionando os porta-aviões USS Gerald R. Ford e 13 mil tropas no Caribe para neutralizar ameaças ao hemisfério ocidental. A FAA já havia emitido alertas sobre atividades militares elevadas, protegendo cidadãos americanos de rotas perigosas usadas por esquerdistas corruptos.
Ação Firme Contra o Regime Criminoso
Com quase duas dúzias de ataques aéreos americanos contra embarcações de narcotraficantes, matando pelo menos 82 terroristas, Trump reforça uma campanha antipressão sobre Maduro, rejeitado como líder legítimo pelos EUA. A Casa Branca, através do Secretário de Estado Marco Rubio e da Defesa Pete Hegseth, justifica as operações como defesa necessária, sem violar poderes de guerra, enquanto a CIA realiza missões secretas contra alvos militares venezuelanos. Essa postura patriótica contrasta com os críticos democratas e globalistas, que ignoram o caos promovido pelo socialismo chavista.
Impacto e Vitória para a Liberdade
Voos da TAP, Avianca, Turkish e Gol foram suspensos por segurança real, não “ameaças colonialistas” inventadas por Caracas, que revogaram licenças em retaliação covarde. Analistas conservadores veem risco de bombardeios precisos em aeroportos e portos controlados pelo regime, acelerando o colapso do narcoditador. 70% dos americanos rejeitaram a intervenção total, mas apoiaram as ações antidrogas que Trump liderou com maestria.





