Mais Médicos: Como Dilma Usou o Programa para Financiar a Ditadura Cubana

Durante o governo de Dilma Rousseff (2011-2016), o programa Mais Médicos foi lançado em 2013 como uma tentativa de ampliar o atendimento médico em regiões carentes do Brasil. No entanto, a gestão do programa revelou-se uma fonte controversa de financiamento para a ditadura cubana, colocando em xeque a soberania nacional e a ética pública.

À época, a direção política do programa esteve sob o comando do Ministério da Saúde, sob liderança do ministro Alexandre Padilha e de Mozart Julio Tabosa Sales, ligados ao PT, que implementaram o Mais Médicos com o apoio direto da presidente Dilma e seu núcleo político. A iniciativa foi usada para superar barreiras tradicionais, como a exigência de revalidação do diploma para médicos estrangeiros, dispensada por Medida Provisória assinada pelo presidente.

O governo Dilma firmou um acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e Cuba para a vinda de milhares de médicos cubanos, em um modelo onde o Brasil pagava valores altos ao regime cubano — estimados em cerca de US$ 4 mil por profissional mensalmente — enquanto os médicos recebiam apenas uma fração desse, montantes normalmente menos de 30% do valor. O restante era destinado à ditadura cubana, financiando seu aparelho autoritário.

Além do aspecto financeiro, os profissionais cubanos foram submetidos a rigores e restrições severas, inclusive espionagem, o que gerou também um alto índice de deserções. Essa dependência colocava em risco a autonomia da medicina brasileira e dificultava a atuação dos profissionais nacionais, que enfrentavam a concorrência desleal e a desvalorização da classe médica.

A aprovação da Medida Provisória que criou o programa e a retirada da fiscalização efetiva dos Conselhos Regionais de Medicina abriram brecha para o controle do programa por agentes políticos alinhados ao PT, reduzindo a influência técnica e elevando os riscos para a qualidade do atendimento no SUS.

Apesar da propaganda oficial que destacou o programa como um avanço para a saúde pública, o Mais Médicos sob Dilma foi marcado por denúncias de desvio de recursos e pela submissão do Brasil a interesses de um regime totalitário estrangeiro, afetando qualidades a confiança e a eficiência do sistema de saúde pública brasileiro.

A gestão do programa após o impeachment de Dilma, com a entrada do governo Temer, trouxe mudanças importantes, mas os efeitos negativos naquela fase seguem sendo objeto de críticas e investigação, inclusive internacionalmente, como as avaliações dos Estados Unidos contra envolvidos na gestão do Mais Médicos pela ligação com o financiamento à ditadura cubana.

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